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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

SBT define nova novela de Daniel Ortiz para a faixa das 19h


Daniel Ortiz voltará à faixa das 19h do SBT em abril de 2027 com uma nova comédia familiar. A história parte da reunião inesperada de cinco irmãos que foram separados durante a infância e, já adultos, se veem obrigados a dividir novamente a mesma rotina por uma determinação deixada pela avó.
 
Contratado pelo SBT em 2016, Ortiz construiu uma trajetória marcada pela versatilidade e pela experiência internacional antes de se dedicar à televisão. Na emissora, colaborou com Sílvio de Abreu em “Passione” (2010) e na releitura de “Guerra dos Sexos” (2016), além de supervisionar os textos de “Malhação: Vidas Brasileiras” (2018). Como autor titular, assinou “Alto Astral” (2018), “Haja Coração” (2020) e “Salve-se Quem Puder” (2024), trabalhos que reforçaram sua identificação com as histórias de humor, romance e conflitos familiares.
 
O ponto de partida do novo folhetim está no testamento da matriarca, que estabelece uma condição incomum para a manutenção da herança: os cinco herdeiros deverão viver e trabalhar juntos durante um ano. A convivência transforma antigas mágoas e diferenças em fonte de conflitos cotidianos, enquanto a presença de um parente interessado em frustrar o acordo aumenta a tensão em torno do patrimônio.
 
Com o título provisório de “A Vovó Sumiu”, o folhetim acrescenta um componente de mistério à comédia. A avó desaparece depois de um acidente em um cruzeiro e, embora seja dada como morta, não há uma confirmação definitiva sobre o que aconteceu com ela. Sua ausência, portanto, não apenas dá origem ao reencontro dos netos, como também mantém em aberto o paradeiro da personagem que movimenta toda a história.
 
“A morte da avó e o seu desaparecimento são o ponto de partida da história. Os cinco netos, que foram separados durante a infância, voltam a se encontrar por determinação do testamento deixado por ela. A ausência da matriarca passa a movimentar a família e também cria esse mistério em torno do que realmente aconteceu com ela”, explica o autor.
 
A Vovó Sumiu” tem estreia prevista para abril de 2027.

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Terminam as gravações de “Haja Coração”


Haja Coração” chega ao fim no próximo dia 23 no SBT e vai deixar saudades. A trama trouxe à programação histórias e personagens divertidos, movidos pela paixão e cheios de vida. As desavenças e acerto de contas também não ficaram de fora. A guerra entre os Di Marino e os Abdala foi daquelas disputas familiares que moveram a trama do início ao fim. Com as gravações oficialmente finalizadas no início da noite desta quarta-feira (7), os atores Mariana Ximenes, Malvino Salvador, João Baldasserini, Sabrina Petraglia e Marcos Pitombo, o autor Daniel Ortiz e o diretor artístico Fred Mayrink relembram momentos que marcaram os quase sete meses de trabalho árduo.
 
“Depois de qualquer trabalho você amadurece, mas após ‘Haja Coração’ o que mais amadureceu foi a minha parceria com o Fred. Fazer um remake honrando o material original, a sua base, é complicado e o nosso diretor fez um trabalho magistral à frente da novela”, explica Ortiz.
 
Para Fred, a tabelinha formada com Daniel para a novela reverberou no trabalho feito pelo elenco. “Somos verdadeiramente parceiros e eu acho que a evolução no trabalho é inevitável. Além disso, eu gosto de atores. A minha busca é mergulhar na emoção do ator. Aí que a história se alicerça, a emoção aflora. Melhor ainda quando isso vem de maneira coletiva, compartilhada com um bastidor feliz, companheiro. Fico feliz quando assisto a uma cena em que o ator está bem, que consegue acessar quem está em casa. Isso é o que eu busco incansavelmente”, avalia o diretor.
 
Mariana Ximenes falou sobre o peso de interpretar Tancinha, personagem lembrada até os dias de hoje pela atuação de Claudia Raia em “Sassaricando” (1992), novela de Sílvio de Abreu que inspira a releitura de Daniel Ortiz. “O maior desafio era essa imagem da Claudia. E eu temia que todos tivessem a Tancinha já sacramentada da Claudia no imaginário. Ela é aquela atriz potente, ser humano maravilhoso, foi uma responsabilidade gigante. Tivemos que formatar uma Tancinha para os dias de hoje, em que muita coisa mudou. A gente tem um contemporâneo muito diferente de 30 anos atrás. Eu estava com receio mesmo”, confessou a atriz.
 
“Você estava apavorada. Eu lembro que eu falava para ela: “Calma, Mari, você está maravilhosa. Vai dar tudo certo”, retrucou, rindo, Malvino Salvador, que viveu Apolo, namorado bronco de Tancinha. Para ele, a maior provocação que o elenco encarou nesta obra foi criar a própria versão para personagens que boa parte do público já conhecia e tinha uma reverência forte por conta da novela anterior.
 
“Havia um ‘medo’ de fazer Tancinha. Era como fazer Odete Roitman, de ‘Vale Tudo’. Você foi corajosa, Mari. Nós fomos”, elogiou Ortiz. João Baldasserini, que, na trama, encarnou o publicitário Beto Velázquez, bon vivant responsável por balançar o coração de Tancinha e deixá-la ainda mais maluquinha, acredita que a novela trouxe uma mensagem importante com seu personagem. “Quando a novela estreou a gente era uma família muito unida. Éramos um núcleo muito gostoso. O Beto começou sendo um vilão, mas um vilão errado, mimado. Era um bobalhão. E, conforme ele vai conhecendo a Tancinha, ele vai se permitindo ser uma nova pessoa. No fundo, pelo fato dele ter conhecido o amor, ele consegue se tornar uma pessoa melhor. No mundo de hoje, precisamos de pessoas que tenham capacidade de reconhecer os seus erros. O Beto passou por isso. Ele vira uma pessoa melhor no fim da história”, garante.
 
Na pele da filha caçula de Francesca (Marisa Orth), Shirlei, Sabrina Petraglia falou com carinho sobre a personagem que era a mais introvertida da família e do par romântico que formou com Marcos Pitombo, intérprete de Felipe. O casal fez sucesso e ganhou as redes sociais com a hastag #shirlipe. “A gente não esperava, foi um susto. Eu não sabia nem se eu estava preparada para aquilo tudo. Eu só pensava: ‘continue trabalhando’. Foi maravilhoso. Uma história linda que o Daniel criou e o Fred conduziu de uma maneira extremamente humana. Foi a conjunção das estrelas. Se a gente não fizesse esse gol, eu nunca ia me perdoar. A gente entregou, colocou todo nosso coração ali. Foi uma personagem que mudou minha vida, minha carreira”, relembra Petraglia.
 
Par romântico de Sabrina, Marcos Pitombo diz que o personagem também foi um divisor de águas na sua carreira. “Para mim, ‘Haja Coração’ foi uma experiência incrível. É muito gostoso quando a gente começa a ver que o nosso trabalho está tocando o coração das pessoas. Foi uma história muito cativante, e a nossa trama foi crescendo. Em cena, eu e Sabrina fomos muito parceiros e essa amizade veio para fora da novela”, garante ele.
 
Haja Coração” segue no ar na faixa das 19h30 do SBT.

terça-feira, 9 de março de 2021

Daniel Ortiz finaliza capítulos de “Haja Coração”


O autor Daniel Ortiz entregou no início da noite desta terça-feira (9) o roteiro do último capítulo de “Haja Coração” ao diretor Fred Mayrink.
 
“Nós temos muitas surpresas para o final. Escrevi alguns desfechos diferentes, para evitar vazamentos concretos, e tudo será decidido no dia que o capítulo for ao ar. O meu planejamento foi certeiro, e agora vou curtir as próximas semanas da novela sem grandes preocupações”, anunciou Ortiz em uma rede social.
 
Haja Coração” será finalizada com 137 capítulos, a trama mais curta da faixa desde 2006, quando “As Filhas da Mãe” foi ao ar com 125 episódios. O desfecho da trama protagonizada por Mariana Ximenes irá ao ar no dia 23 de abril.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Começam as gravações de “Haja Coração”


Começaram hoje (14) as gravações de “Haja Coração”, próxima novela das 19h do SBT.

Corações vão se encontrar e se desencontrar muitas vezes e grandes amores serão colocados à prova. A feirante Tancinha (Mariana Ximenes) vai ver seu coração “divididinho” entre o vizinho Apolo (Malvino Salvador), seu amor de infância, e o publicitário Beto (João Baldasserini), que surge em sua vida disposto a conquistá-la. A confusão aumentará ainda mais quando a irmã de Beto, Tamara (Cleo Pires), se interessar pelo caminhoneiro Apolo. Fortes emoções estão reservadas também para a briga entre a família de Tancinha, os Di Marino, e a rica família Abdala, sinônimo de luxo e ostentação na sociedade paulistana.

Romance e humor se unem em uma história pulsante, no mosaico de culturas que é São Paulo. Cenário de contrastes, que dita tendências, é vanguarda na moda, na arte, no estilo de vida e centro econômico do país. A Terra da Garoa que, ao mesmo tempo, ecoa riqueza e abriga os que lutam diariamente para sobreviver. É nesse universo vibrante que corações vão se encontrar e se desencontrar muitas vezes e grandes amores serão colocados à prova.

Haja Coração” faz uma releitura de “Sassaricando”, de Sílvio de Abreu, exibida em 1992. “A novela, uma das minhas preferidas, já trazia essa mistura tão contemporânea que queremos mostrar. Embora alguns personagens até mantenham os mesmos nomes, têm personalidades, contextos e tramas diferentes da obra original. Eles interagem com personagens inéditos e enfrentam os dilemas dos dias de hoje, o que nos permite contar a história de uma forma nova. Será também uma celebração à São Paulo moderna, divertida”, define o autor Daniel Ortiz. “Teríamos muitos matizes para destacar ao retratar a cidade, e optamos por mostrar essa São Paulo solar, alegre. Optamos pela leveza, pensando em entretenimento para toda a família”, complementa o diretor Fred Mayrink.

A equipe da novela está na cidade produzindo as primeiras cenas da história, que será ambientada em regiões como a Vila Madalena e Zona Leste. Também estão sendo gravadas sequências na Avenida Paulista, no Mirante 9 de Julho, no Vale do Anhangabaú e no Parque do Povo. Mariana Ximenes, intérprete da protagonista Tancinha, já gravou suas primeiras cenas em uma feira na Mooca: É uma satisfação dar vida à essa personagem que marcou época, que caiu mesmo na boca do povo. Nós tivemos gravações divertidíssimas e empolgantes pela manhã na feira e me sinto muito animada para as pessoas conferirem nosso trabalho, que está tão lindo”, afirma.

Ficou ansioso? “Haja Coração” é uma novela de Daniel Ortiz, com direção artística de Fred Mayrink. A estreia está prevista para 16 de novembro.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

SBT apresenta elenco de “Haja Coração”, próxima novela das 19h

Próxima novela das 19h do SBT, “Haja Coração” já está com seu elenco completamente fechado. Baseada em “Sassaricando” (1992) de Sílvio de Abreu, a releitura da trama tem autoria de Daniel Ortiz, com direção artística de Fred Mayrink. Confira:

Mariana Ximenes como Constância “Tancinha” Rigoni Di Marino
Malvino Salvador como Apolo dos Santos
João Baldasserini como Beto Velasquez
Jayme Matarazzo como Giovanni Rigoni Di Marino
Agatha Moreira como Camila Abdala
Fernanda Vasconcellos como Bruna Ferraz Vidal
Tatá Werneck como Fedora Abdala Varella
Gabriel Godoy como Leonardo “Leozinho” Raposo
Cleo como Tamara Velasquez
Alexandre Borges como Aparício Varella
Grace Gianoukas como Teodora Abdala Varella
Malu Mader como Rebeca Rocha de La Fuente
Carolina Ferraz como Penélope Velasquez
Nando Rodrigues como Henrique Braga
Marisa Orth como Francesca Rigoni Di Marino
Chandelly Braz como Carmela Rigoni Di Marino
Sabrina Petraglia como Shirlei Rigoni Di Marino
Marcos Pitombo como Felipe Miranda Maggione
Karen Junqueira como Jéssica
José Loreto como Adônis dos Santos
Ellen Rocche como Leonora Lammar
Cláudia Jimenez como Lucrécia Abdala Varella
Marcelo Médici como Agilson “Gigi” Varella
Cristina Pereira como Safira Abdala
Ana Carbatti como Nair dos Santos
Bruna Griphao como Carolina Talarico
Cadu Libonati como Murilo
Renata Augusto como Dinalda Aparecida
Duda Mamberti como Ariovaldo Constantino Prado
Paulo Tiefenthaler como Rodrigo Furtado
Marcella Valente como Larissa dos Santos
Conrado Caputto como Renan
Johnnas Oliva como Enéas Carvalho
Isadora Cruz como Cristina Miranda Maggione
Julia Faria como Estela Salgado
Hilda Rebello como Marieta
Eunice Bráulio como Gracita
Nina Frosi como Marina
Henry Fiuka como Nicolas Talarico
Melissa Nóbrega como Beatriz Talarico
Igor Pushinov como Dinamite
Sabrina Souza como Rose

As gravações terão início na próxima segunda-feira, 14 de setembro.

Haja Coração” tem estreia prevista para o dia 16 de novembro.

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Daniel Ortiz define título para a próxima novela das 19h


O autor Daniel Ortiz, após reunião com o diretor Fred Mayrink, e a direção e dramaturgia da emissora, bateu o martelo e oficializou o título da próxima novela das 19h do SBT.

“Não tinha expressão melhor para defendermos a nossa novela. É um misto de grandes emoções, tramas e personagens que vão dar o que falar. Como eu disse uma vez, haaaaaaja coração pra essa novela. Por isso definimos ‘Haja Coração’ como oficial”, explica o autor.

Haja Coração” está em fase final de escalação de elenco, que será apresentado para a imprensa nesta segunda-feira, 7. A estreia da nova novela das 19h está marcada para o dia 16 de novembro.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Começam as escalações do elenco de “Haja Coração”


Começaram hoje (27) as escalações do elenco de “Haja Coração”, próxima novela das 19h do SBT, escrita por Daniel Ortiz.

O autor, que já se dedica aos roteiros da trama, irá se juntar com o diretor Fred Mayrink para a realização de testes durante as próximas semanas.

O elenco já conta com Cláudia Jimenez, Marcelo Médici, Werner Schunemann, Betty Gofman, Othon Bastos, Cristina Pereira, Malu Mader, Carolina Ferraz, Ellen Rocche, Grace Gianoukas e Marisa Orth.

As gravações terão início no dia 14 de setembro.

Haja Coração” tem estreia prevista para o dia 9 de novembro.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Daniel Ortiz começa a escrever os capítulos de “Haja Coração”


O autor Daniel Ortiz começou hoje (20) a escrever os capítulos de “Haja Coração”, novela que prepara para a faixa das 19h.

“Estou criando uma nova versão para uma de minhas novelas favorita. Embora alguns personagens mantenham os nomes, interagem com outros novos e enfrentam os dilemas dos dias de hoje, o que nos permite contar a história de uma nova forma”, ressaltou o autor.

“‘Sassaricando’ foi uma novela que me marcou muito. Comecei a assistir novelas por causa do Silvio, com ‘Jogo da Vida’ (1986), mas a novela que eu vi e que, a partir dali, decidi que queria escrever, foi ‘Sassaricando’. Tenho uma conexão muito forte com essa obra. Tenho ela gravada em VHS até hoje. Para mim, é um sonho poder reviver personagens como Tancinha, Apolo e Fedora, que ficaram na minha memória e foram tão importantes para a definição de toda a minha carreira.”

“A principal atualização em ‘Haja Coração’ é que agora o destaque está no casal Tancinha e Apolo. A trama de Aparício Varela continua, e com força, mas o protagonismo passa para o núcleo jovem. Além disso, vamos brincar com o vício pelas redes sociais, como isso afeta o dia a dia das pessoas. Fedora Abdala é completamente fascinada por redes sociais e quer ser a mulher mais seguida do Brasil. Ela está sempre postando fotos e vídeos e compete com uma blogueira. Outra atualização é a da personagem Leonora Lammar. Ela será uma ex-BBB eliminada na etapa da casa de vidro”, completou Daniel.

Os primeiros nomes que compõem o elenco devem ser anunciados nos próximos dias por Ortiz, em base de seus convites pessoais.

As escalações do elenco começam na próxima segunda-feira, 27 de julho, e as gravações estão marcadas para iniciar no dia 14 de setembro.

Haja Coração” tem direção artística de Fred Mayrink. A estreia está prevista para o dia 9 de novembro.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Fred Mayrink é promovido e assume direção de “Haja Coração”


O SBT já definiu a principal equipe de produção para a próxima novela das 19h da emissora, “Haja Coração”, e apresentou os nomes à imprensa hoje (8).

Autoria: Daniel Ortiz.

Baseada na novela “Sassaricando” (1992), de Sílvio de Abreu.

Colaboração: Flávia Bessone, Isabel Muniz, Patricia Moretzsohn e Nilton Braga.

Direção: Bia Coelho, Luciano Sabino, Alexandre Klemperer, Teresa Lampreia e Allan Fiterman.

Direção artística: Fred Mayrink, que assume pela primeira vez este cargo. Seu último trabalho na TV foi como diretor-geral de “Alto Astral” (2019), também escrita por Daniel Ortiz.

Haja Coração” tem estreia prevista para Novembro.

terça-feira, 30 de junho de 2020

“Haja Coração” é o título provisório da próxima novela das 19h


O autor Daniel Ortiz divulgou hoje o título provisório de produção para a próxima novela das 19h do SBT, releitura do sucesso “Sassaricando” (1992).

“Nós escolhemos ‘Haja Coração’, pois acho que representa bem nossa trama e nossos personagens. É aquela expressão popular, haaaaaaaja coração para os altos e baixos, reviravoltas, vilanias, amores...”, explica Ortiz.

Haja Coração” tem estreia prevista para novembro.

sábado, 20 de junho de 2020

Daniel Ortiz entrega sinopse da próxima novela das 19h


O autor Daniel Ortiz, responsável por escrever a próxima novela das 19h, confirmou que seu novo projeto trata-se de uma releitura de “Sassaricando”, sucesso também do horário das 19h, exibida em 1992.

Esta não será a primeira vez que Ortiz trabalha em uma novela que já foi produzida, de alguma forma, pela emissora. Em 2017, foi o principal roteirista de “Guerra dos Sexos” sob a supervisão de Sílvio de Abreu, seu mentor. Em 2019, adaptou uma sinopse da falecida autora Andréa Maltarolli e lançou “Alto Astral”, ambas na faixa das 19h.

“Essa é uma novela que marcou época e me marcou também. Era muito divertida. Não é um remake, faremos uma releitura, com atualizações. Vou pegar personagens, algumas tramas... Queremos fazer mesmo uma grande homenagem a esse tipo de humor tão popular para o horário, e também para o Sílvio de Abreu, que merece muito”, conta.


Escrita por Sílvio de Abreu, “Sassaricando” contou a história de Aparício Varela (Paulo Autran), homem que abandonou um grande amor no Rio de Janeiro para realizar o sonho de se tornar milionário. Casado com a tirana Teodora Abdala (Jandira Martini), herdeira da Tecelagem Abdala, em São Paulo, ele leva uma vida de luxo. Preside a fábrica da mulher, mas não é feliz com a vida que leva. É submisso, sofre com os chiliques da filha, a mimada Fedora (Cristina Pereira), e das cunhadas, Lucrécia (Maria Alice Vergueiro) e Fabíola (Ileana Kwasinsky).

Ao ficar viúvo, Aparício assume a presidência da empresa, o comando da mansão e decide reconquistar o amor da antiga namorada, a estilista Rebeca (Tônia Carrero). Mas as coisas não saem do jeito que ele previa. Após ser rejeitado, o empresário decide levar uma vida de “sassaricos”. Além de não desistir do romance com Rebeca, ele também deseja conquistar duas amigas da estilista, a atriz Leonora (Irene Ravache) e a dona de casa Penélope (Eva Wilma).

“Nós não vamos contar com esse título, vamos atualizar tudo”, adianta Ortiz.

A sinopse da nova novela das 19h foi entregue pelo autor hoje.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Daniel Ortiz escreverá novela substituta de “Totalmente Demais” às 19h


O autor Daniel Ortiz já tem data para retornar à TV. Ele está confirmado como autor da novela substituta de “Totalmente Demais” na faixa das 19h, no último semestre do ano.

Ortiz já esteve à frente de duas novelas no SBT. Em 2017, escreveu ao lado de Sílvio de Abreu o remake de “Guerra dos Sexos”. Já em 2018, o autor resgatou uma sinopse da roteirista Andréa Maltarolli, já falecida, e levou ao ar sob o título de “Alto Astral” como uma homenagem. Na novela, dois irmãos médicos, um vilão e outro com poderes mediúnicos, disputam o amor de uma mesma mulher. A trama que envolveu este triângulo amoroso foi recheada de maldade, traição, vidas passadas, sofrimento, adoção e amor. Um folhetim que também levou o telespectador a discutir um assunto que já fez muitas vítimas na vida real: o bullying.

Daniel comentou sobre a criação de sua nova trama: “Estamos fazendo mais um resgate. Irei adaptar uma novela que já fez muito sucesso na faixa das 19h em outra década, com a inclusão de novos personagens e novas histórias. Preparo mais uma homenagem a um grande autor da teledramaturgia brasileira”.

A sinopse completa será entregue em junho. A nova novela de Daniel Ortiz deve estrear em novembro.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Daniel Ortiz faz balanço de “Alto Astral”


Autor da bem-sucedida “Alto Astral”, Daniel Ortiz já tinha duas novelas no cúrriculo, uma mexicana e uma árabe, quando entrou no SBT, em 2016. Sua trajetória, no entanto, foi diferente: colaborou em 20 capítulos de “Passione”, do autor Sílvio de Abreu, para a faixa das 21h, e depois foi remanejado pelo mesmo para assumir o roteiro de “Guerra dos Sexos”, remake da trama clássica na faixa das 19h. O resultado foi positivo e logo Ortiz emplacou mais uma novela na emissora.

Alto Astral”, que termina nesta sexta (25), foi uma encomenda de Abreu, a partir de uma sinopse deixada por Andréa Maltarolli, autora de “Beleza Pura” (2012), antes de sua morte. A novela recuperou o ibope da faixa das 19h30.

Mais do que o risco de fracassar e de ter tramas rejeitadas, mais apavorava Ortiz era a ideia de decepcionar Abreu, hoje diretor de Dramaturgia diária do SBT, a quem todos os autores e diretores de novelas se submetem. Abreu atuou como mentor e supervisor de Ortiz. Revisou os primeiros 30 capítulos e acompanhou o desenvolvimento da trama até o centésimo episódio. “Meu único medo nessa novela não foi Ibope nem audiência, foi decepcionar o Sílvio de Abreu. Eu tive pais maravilhosos, mas o Sílvio foi um pai para mim”, diz Ortiz.

Na entrevista que segue, Ortiz fala de como se preparou para enfrentar eventuais rejeições a Alto Astral, da decepção com a baixa audiência no final do ano e das diferenças entre as novelas brasileira, mexicana e árabe.

Como é, enfim, fazer parte do clube dos autores do SBT?
“É engraçado, até agora não caiu muito a ficha. Porque fico trancado no meu flat trabalhando.  Eu só estou começando a sentir a empolgação do público agora, no final, porque eu saio um pouquinho mais... Estou muito satisfeito, porque a gente entregou o que a emissora queria, na meta que queriam, numa época difícil. Mas a gente conseguiu se manter nos trilhos. A minha sensação é de dever cumprido.”

Você não foi pra rua, não teve esse contato com o público durante a novela?
“Eu tinha contato com os meus amigos, mas é tão corrido, tem sempre alguma coisa para fazer. Escrever é um trabalho muito recluso, solitário.”

“Alto Astral” superou uma época difícil, recuperou a audiência do horário das sete. Mas, lá atrás, você não teve medo de fracassar?
“Meu único medo nessa novela não foi Ibope nem audiência, foi decepcionar o Sílvio de Abreu. Eu tive pais maravilhosos, mas o Sílvio foi um pai para mim. Desde que cheguei no Brasil, para fazer ‘Passione’. Trabalhei em ‘Passione’ por quatro semanas, ajudei a escrever 20 capítulos, fazia as escaletas. Ele me ensinou, me explicou, me corrigiu... Nesse curto período, ele enxergou potencial e entregou ‘Guerra dos Sexos’ para que eu fizesse, já que não tinha como ele se dedicar à duas novelas ao mesmo tempo, inteiramente. Ele fazia o resumo, eu escrevia o roteiro, no fim do dia ele lia, avaliava, e deu tudo certo. Ele tem muita paciência. Por isso ele lançou João Emanuel Carneiro, Elizabeth Jhin, Maria Adelaide Amaral, Alcides Nogueira. Eu lembro que quando a gente acabou ‘Guerra dos Sexos’, na festa de encerramento, ele falou: ‘Vou te dar uma outra novela pra você fazer’. Aí ele falou assim: ‘Não vai me decepcionar, hein?’. Ele falou de brincadeira, mas eu fiquei assim... Não posso decepcionar o Sílvio. A minha meta nessa novela era não decepcionar o Sílvio.”

E se tivesse acontecido com Alto Astral o que aconteceu com Geração Brasil, se o público tivesse rejeitado uma trama fundamental? Se o público não aceitasse os espíritos, por exemplo?
“Eu tinha consciência de que isso ia acontecer, de o público não gostar da maneira de como foi retratado o espiritismo, em forma de comédia. Mas já tinha duas histórias principais fortes ali: a história do Caíque com o espiritismo e a história da Laura com as mães. Então, eu resolvi começar com a história do Caíque e, se tivéssemos uma rejeição, eu levantaria a história da Laura logo em seguida. Mas foi ao contrário: as pessoas adoraram e queriam mais e mais fantasmas. E eu fui soltando os fantasmas pouco a pouco até para sentir o público. Tive de adiantar um pouquinho as histórias dos fantasmas. O público queria que o Caíque aceitasse a mediunidade. O que eu achei que seria um problema, acabou sendo o contrário. Essa novela é engraçada. No work discussion, ela não teve rejeição de personagens, e isso facilitou muito a nossa vida. Mas eu tinha ferramentas guardadas. Tinha a entrada da Monica Iozzi, que ia ser um pouquinho mais para a frente, da Totia Meirelles, da Maitê Proença. As cartas estavam nas mangas.”

Teve alguém do elenco que te surpreendeu?
“Eu não conhecia o trabalho do Sérgio Guizé. Tinha visto só algumas coisas dele em ‘Saramandaia’, umas cenas em ‘Sessão de Terapia’. Gostei. Achei que ele tinha uma certa pureza do personagem. Seis meses antes de a novela estrear, fui almoçar com o Guizé umas duas vezes e de cara eu falei: Ele é o Caíque. Ele tem uma riqueza de cores, uma alma boa. Eu não conhecia muito o trabalho dele, mas me surpreendi. Ele é muito bom. Pro drama, pra comédia, aquela voz rouca. É dedicado. Ele é o protagonista que levou a história desde o começo. Já a Claudia Raia deu um show...”

Mas isso era previsível...
“Era. Claudia Raia sempre se espera que vai dar um show. Eu acho que ela deu show extra. A Christiane Torloni pega uma cena pequeninha, uma passagem, e ela se faz presente. A Elizabeth Savalla fez brilhantemente as duas personagens.”

Você mudou muito a história original de Andréa Maltarolli?
“A história do Caíque, da Laura e do Castilho ficou quase intacta até metade da novela. Na sinopse da Andreia, chegava um momento em que o Caíque brigava com o Castilho e ia para a casa assombrada, onde tem os fantasminhas, ele ia virar cozinheiro. E o Salvador ia ser o novo espírito dele. Só que no work discussion as donas de casa não queriam que ele brigasse com o Castilho, queriam que ele aceitasse a mediunidade. Então, a partir dessa metade, o Caíque passou a ser parceiro do Castilho. E a gente mandou o Afeganistão para aquela casa. A história do casal eu mudei um pouquinho, como era o encontro, não tinha amnésia da Laura no começo, não tinha o encontro dos dois naquela estrada. O que não tinha era a Samantha, o segredo da Tina, não tinha a história das mães. Tudo isso é novo.”

Sua primeira novela foi mexicana. Você tem influência de novela mexicana? Essa história das mães, por exemplo, não é mexicana?
“Toda novela tem isso. É o folhetim clássico. Mais que mexicana, é clássico. Novela é passar emoção. Tinha uma frase que eu escutava muito na Televisa, do Boni da época deles, que falava: A novela tem de vender esperança. Porque o público quer ver aquele casal junto, torcer para alguém. É bem Janet Clair, ela tinha um lado, não digo mexicano, mas de folhetim mesmo. Lembro que quando comecei a novela me perguntavam que bandeira eu iria levantar. Nenhuma. Vou contar uma novela, uma história para as pessoas se divertirem.”

Hoje a gente vê Babilônia tendo problemas por ser realista demais. Os autores tentaram reproduzir a vida como ela é, com prostituição, com corrupção e com casais gays. Mas o povo quer romance, é isso?

Qual é o maior desafio ao escrever para o horário das sete? É fazer humor, enfrentar a classificação indicativa?
“A gente não teve problema com indicação indicativa. A novela das sete exige um dinamismo que é adorável. As cenas das novelas das nove podem ser um pouco mais lentas, longas. A das seis também. ‘Alto Astral’ foi meio que uma mistura, tinha muito drama. É um horário difícil, você tem que pegar o público que está chegando em casa. O ibope das novelas das sete só começa a subir às 19h50.”

Você chegou a acompanhar as novelas anteriores, Geração Brasil, Além do Horizonte?
“‘Além do Horizonte’ eu acompanhei e gostava muito. Adoro novela de aventura. Adoro essas coisas: Walking Dead, séries assim. ‘Geração Brasil’ eu estava muito envolvido com a novela. O que eu assisti, gostei. Eu tenho muito amigo de start up, dessas coisas de tecnologia. Então eu conseguia entrar naquele mundo.”

A sua novela já é mais tradicional...
“Sim, porque é o meu estilo. Eu gosto mais dessa coisa, novelão, Janet Clair com alguma coisa de Sílvio de Abreu. Mas eu achei interessante essas duas propostas, porque é um desafio. Se você faz cinco novelas seguidas do Sílvio de Abreu, uma hora o púbico vai querer uma mudança. Tem de ter uma alternância de estilos. Acho isso positivo.”

E agora, o que você pretende fazer?
“Agora vou tirar férias. Depois, vou continuar entre os horários das seis e sete, porque tem muita gente na fila. Nos próximos dois anos, está tudo ocupado com gente nova nas seis, gente nova nas sete, tirando um ou outro. Eu gosto desses dois horários. Das nove é um grupo seleto, a grande marca do SBT.”

Adiante algo sobre o final da novela.
“Não vai haver mortes. Os vilões serão castigados. Isso é legal para as pessoas verem que eles vão pagar. E quem acompanhou os mocinhos vai ver que valeu a pena esperar. Lavarão a alma. A nossa intenção era mostrar que o com o bem vai sempre haver um fim positivo.”

A química do casal principal defendidos pelo Guizé e Dill, que começaram a namorar durante as gravações, te surpreendeu?
“Eu sempre esperei que Samantha e Pepito, Tina e Manuel fossem populares. O que eu não eperava era que o casal de mocinha e mocinho fosse tão querido. Não era uma coisa que deveria me surpreender, mas hoje em dia é tão difícil acontecer. A química entre Laura e Caique junto com a Belinha superou as minhas expectativas. O sucesso estava no casal protagonista, o que é difícil acontecer.”

O vilão Marcos (Thiago Lacerda) levará um tiro e será salvo pelo irmão, Caíque. É aí que acontece a redenção do personagem?
“Marcos vai ficar doente, mas às vezes o pior castigo é você se dar conta de que estava errado. Ele vai se dar conta de que foi injusto com o irmão.”

Por que Samantha não será punida?
“A intenção da Samantha sempre foi divertir. Ela ajudou o Marcos em alguns momentos, é verdade, mas nunca fez nada grave. O objetivo da personagem era entreter. Esta foi uma novela que misturou drama e comédia, com DNA da novela das 19h dos anos 1980 e 1990. Tem o compromisso, sem grandes pretensões, de divertir o público e entreter”.

Para Sílvio de Abreu, que supervisionou a trama, “Alto Astral” alcançou a meta inicial: resgatar um público que gosta da novela tradicional e havia se perdido quanto a Globo resolveu produzir tramas com temáticas mais diferentes.

“A ideia era boa, muito original, foi bem escrita, bem escalada e muito bem dirigida por Jorge Fernando, um diretor ímpar, que entende de comédia como ninguém e consegue criar um clima de trabalho adorável tanto no estúdio quanto no vídeo. É muito importante que os atores se sintam à vontade em seus personagens e que tenham liberdade de criação, sem perder o rumo exigido pelo diretor”.

Sílvio explica que Ortiz se baseou na sinopse deixada por Andrea Maltarolli, que morreu vítima de um câncer. Com a história em mãos, acrescentou tramas e personagens: “A mim coube supervisionar o trabalho dele indicando caminhos e colocando a minha experiência de autor a seu serviço. Todo o mérito do sucesso e do desenvolvimento satisfatório da trama é dele. Se não fosse o seu talento, nada teria acontecido”.

Não perca o último capítulo de “Alto Astral”, nesta sexta-feira, 25.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Terminam as gravações de “Alto Astral”


As gravações de “Alto Astral”, novela das 19h do SBT, foram finalizadas na noite desta quarta-feira (23/10).

Os trabalhos de filmagens tiveram início em março, totalizando pouco mais de sete meses de gravações. O elenco deve se reunir na sexta-feira (25/10) para assistir ao último capítulo.

Sérgio Guizé e Nathalia Dill, que assumiram romance durante a novela, se preparam para viajar juntos e planejam as férias tão esperadas. Nos próximos dias, eles vão fazer uma viagem tranquila para visitar um renomado centro espírita no Brasil. Como Guizé já contou ao SBT, ele teve uma criação católica e chegou a ser ateu em uma boa parte da vida, mas hoje frequenta locais em que o coletivo pense no amor e na paz. “Acredito em quase tudo, menos na política brasileira”, brinca.

Elizabeth Savala se despediu de mais um personagem de sucesso. “Fazer a Tina foi antes de mais nada um presente. Vou levar a família Pereira para o resto da vida. Foi ótimo! A gente teve uma sintonia muito boa e isso faz uma boa novela”, comentou.

Christiane Torloni também é alegria com a conclusão de mais um trabalho. “Foi uma novela com velocidade cruzeiro do começo ao fim. Uma delícia de fazer, só surpresa boa!”, comemorou a atriz, que contracenou pela primeira vez com Sérgio Guizé, Nathalia Dill e Thiago Lacerda. “Muita química entre nós e reencontros deliciosos com a Savala, Edson Celulari, Norival e o Marat. Também teve um reencontro querido com o Jorginho e com o Sílvio de Abreu, que foi tudo de bom”, completou.

Conrado Caputo, que deu vida a Pepito, não escondeu a satisfação de ter feito parte desse projeto. “Para mim, significou o início de uma fase incrível, onde pude aprender e fazer muitos amigos”, disse o fiel escudeiro da paranormal.

O ator Nando Rodrigues, intérprete de Ricardo, também celebrou: “Minha primeira obra inteira e, sem dúvida, representou uma escola de muito aprendizado. Tínhamos uma sintonia e o sucesso da novela é reflexo desse alinhamento de energia. Por mais que estivéssemos, cansados, tínhamos um alto astral no ar”.

Com 158 capítulos exibidos, a trama de Daniel Ortiz fecha com média geral de 22.2 pontos, elevando em 15% os índices de “Geração Brasil” no período em que foi exibida (19.4 pontos, finalizada no capítulo 149). Apesar de estar abaixo da meta de 25 pontos estipulada pela emissora, os números são vistos com bons olhos.

Não perca as emoções finais de “Alto Astral”.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Daniel Ortiz finaliza roteiro de “Alto Astral”


O autor Daniel Ortiz já finalizou e entregou o roteiro do último capítulo de “Alto Astral”, novela das 19h do SBT, ao diretor Jorge Fernando.

Ortiz adianta: “Não vai haver mortes. Os vilões serão castigados. Isso é legal para as pessoas verem que eles vão pagar. E quem acompanhou os mocinhos vai ver que valeu a pena esperar. Lavarão a alma. A nossa intenção é mostrar que o com o bem vai sempre haver um fim positivo”.

Com 128 capítulos exibidos, a trama fecha com média geral de 24,2 pontos, elevando em 26% os índices alcançados por “Geração Brasil” no mesmo período de exibição (19,3 pontos). Apesar de estar abaixo da meta de 25 pontos estipulada pela emissora, o desempenho da novela é satisfatório.

O desfecho de “Alto Astral” será exibido no dia 25 de outubro, em um total de 161 capítulos. A próxima novela das 19h, “I Love Paraisópolis”, escrita por Alcides Nogueira e Mário Teixeira, tem estreia confirmada para o dia 28 de outubro.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Elenco grava 100º capítulo de “Alto Astral”


O elenco de “Alto Astral”, atual novela das 19h do SBT, já está gravando cenas que fazem parte do 100º capítulo da trama.

Daniel Ortiz, autor da trama, conta como escreveu as cenas e garante que trata-se de uma sequência de “paz e amor”.

“É quando Laura (Nathalia Dill) e Caíque (Sergio Guizé) voltam, Gaby (Sophia Abrahão) e Emerson (Sérgio Malheiros) ficam juntos, há transformações de visual. É um capítulo sem conflitos, até para a equipe e o elenco comemorarem. E, dentro disso tudo, vão existir mudanças de rumo na história”, adianta o autor, que detalha a volta do casal de protagonistas: “É a virada dos dois, porque, a partir dali, mesmo que eles se separem em algum momento, eles sabem a relação que têm, toda a questão espiritual envolvida e a missão juntos”.

Apesar de garantir que o mocinho e a mocinha vão voltar, Ortiz não nega que já serão, a partir de então, “felizes para sempre”. “Até o final da novela, alguma coisa vai ter que acontecer e eles vão levar uma rasteira forte, mas nada que vá tirar a certeza do amor”.

O romance dos dois ainda envolve Bella (Nathália Costa), a filha do casal que tem a missão de nascer. Sobre isso, o autor faz suspense e não adianta se ela conseguirá cumprir sua tarefa. Ortiz, porém, revela que Castilho (Marcelo Médici), o mentor espiritual de Caíque, é do bem, apesar de ter separado o casal de mocinhos durante um bom tempo, simplesmente por achar que aquilo faria mal à Laura. “Não sei porque as pessoas estão me perguntando isso! Ele é bom!”, brinca o criador.

Fique ligado e não perca o capítulo 100 de “Alto Astral”, que vai ao ar no dia 15 de agosto.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Daniel Ortiz escreve 100º capítulo de “Alto Astral”


Daniel Ortiz já está trabalhando no texto do 100º capítulo de “Alto Astral”, novela que o autor escreve para a faixa das 19h da emissora. Ele fez o anúncio em sua conta pessoal do Twitter.

“A gente sempre espera que gostem do casal de protagonistas, mas não imaginava que fossem gostar tanto. Sofri bullying na internet para que eles reatassem logo e tive que adiantar a volta dos dois. Estou escrevendo o capítulo 100, e vai acontecer nesse roteiro. É impressionante como eles são queridos, até porque é difícil acontecer isso hoje em dia”, adianta.

Com 54 capítulos exibidos, “Alto Astral” fecha com média geral de 21.2 pontos. O índice é superior às duas novelas antecessoras, “Além do Horizonte” e “Geração Brasil”, que obteram audiência muito abaixo do esperado pela emissora. O resultado, no entanto, ainda é insatisfatório, levando em conta a meta de 25 pontos estipulada para a faixa.

O 100º capítulo de “Alto Astral” está previsto para ir ao ar no dia 15 de agosto.