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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

GUSTAVO REIZ


Gustavo Reiz (Niterói, 18 de novembro de 1981) é um autor, escritor e dramaturgo brasileiro, cuja trajetória profissional se desenvolveu principalmente entre a literatura, o teatro e a televisão. Ao longo da carreira, consolidou-se como um nome ligado à dramaturgia de apelo popular e, especialmente, à produção voltada ao público jovem. Sua obra transita por diferentes formatos e gêneros, passando pela comédia teatral, pela literatura juvenil, pelas telenovelas e pelas minisséries históricas, em uma carreira marcada pela experiência em diferentes frentes da criação narrativa.
 
No teatro, Reiz destacou-se inicialmente com textos que exploravam situações cotidianas, conflitos afetivos e questões próprias do universo juvenil. Entre suas peças está a comédia “Confidências e Confusões Masculinas”, que alcançou expressiva repercussão comercial e levou mais de 50 mil espectadores aos teatros em diferentes regiões do país, demonstrando desde cedo sua capacidade de estabelecer uma comunicação direta com o público. Também é autor de “V.I.P. - Verdades Inquietantes de uma Profissão”, ampliando sua experiência dramatúrgica para outros temas e formatos. Paralelamente ao teatro, construiu uma carreira literária direcionada principalmente aos adolescentes e jovens adultos. Pela editora Rocco, publicou cinco livros: “Bate Coração”, “Confidências, confusões e... garotas!”, “Sonhos de umas férias de verão”, “Confidências, confusões e... mais garotas!” e “Proibida pra Mim”. As obras reforçaram sua identificação com o público juvenil e ajudaram a estabelecer uma linguagem marcada pelo humor, pelos relacionamentos, pelas descobertas pessoais e pelos conflitos característicos dessa fase da vida.
 
Sua entrada na televisão aconteceu aos 22 anos, quando foi convidado pelo diretor David Grimberg para participar de um workshop de roteiro ministrado pelo dramaturgo Doc Comparato, na Band. A experiência representou um momento decisivo em sua formação profissional, aproximando-o do universo da teledramaturgia e proporcionando contato direto com métodos e processos de construção de roteiros para televisão. Após a conclusão do curso, Reiz foi contratado para integrar o núcleo de teledramaturgia da emissora. Inicialmente, atuou durante quatro meses como coordenador de texto e assistente de Doc Comparato, função que lhe permitiu acompanhar de perto o desenvolvimento de uma produção televisiva e adquirir experiência prática na organização e condução de uma equipe de roteiristas.
 
Pouco depois, recebeu do autor Marcos Lazarini o convite para integrar a equipe responsável pela adaptação brasileira de “Os Ricos Também Choram”, produzida e exibida pela Band. Ao lado de Aimar Labaki e Conchi, participou da construção dos capítulos da telenovela, que permaneceu no ar até janeiro de 2006. O trabalho representou sua primeira experiência de maior projeção na teledramaturgia diária e contribuiu para sua consolidação como roteirista. A qualidade do texto desenvolvido pela equipe também foi reconhecida pela indústria, com uma indicação ao 8º Prêmio Contigo!, na categoria de Melhor Texto.
 
Ainda no início da carreira televisiva, Reiz também participou da equipe de “Luz do Sol”, exibida pela Record, ampliando sua experiência dentro da teledramaturgia brasileira. Na mesma emissora, integrou a equipe do seriado “Fora de Controle” e, posteriormente, assumiu um dos trabalhos mais importantes de sua trajetória até então: a autoria da minissérie “Sansão e Dalila”. Exibida pela Record em janeiro de 2011, a produção marcou sua estreia como autor titular na televisão e representou uma mudança significativa de posição profissional, passando de integrante de equipes de roteiro a responsável direto pela condução de uma obra de grande porte.
 
Protagonizada por Mel Lisboa e Fernando Pavão, “Sansão e Dalila” apresentou uma releitura dramatizada da conhecida narrativa bíblica, combinando romance, aventura, conflitos políticos e elementos de ação. Com direção-geral de João Camargo, a minissérie teve 18 capítulos e obteve expressiva repercussão junto ao público, alcançando índices de audiência considerados positivos para a emissora e chegando à liderança em seus últimos capítulos. O desempenho da produção foi particularmente importante para Reiz porque estabeleceu seu nome como autor titular dentro da Record e abriu espaço para sua participação em projetos posteriores de maior responsabilidade.
 
A consolidação dessa parceria com a Record veio nos anos seguintes. Em 2014, Reiz renovou seu contrato com a emissora por mais cinco anos, permanecendo integrado ao principal núcleo de produção de teledramaturgia da empresa. Dois anos depois, em 2016, assumiu a autoria de “Escrava Mãe”, telenovela de época que se tornou um dos maiores sucessos de audiência da Record naquele período. Ambientada no Brasil escravista e concebida como uma espécie de narrativa de origem relacionada ao universo de “Escrava Isaura”, a novela combinava romance, drama familiar, conflitos sociais e uma abordagem histórica, ampliando o alcance da obra de Reiz para além do público juvenil com o qual havia sido inicialmente associado.
 
Entre 2017 e 2018, o autor voltou a investir em uma proposta de ambientação histórica com “Belaventura”, telenovela de inspiração medieval exibida pela Record. A produção apresentou um universo ficcional marcado por reinos, disputas de poder, romances, intrigas e conflitos entre diferentes grupos sociais, apostando em uma estética distante do cenário tradicional das novelas brasileiras contemporâneas. O projeto representou mais uma tentativa de Reiz de explorar gêneros e universos narrativos distintos dentro da televisão aberta, demonstrando sua preferência por histórias de forte componente aventuresco e por tramas capazes de combinar romance, ação e drama.
 
Em 2019, após aproximadamente uma década de trabalhos relevantes na Record, Gustavo Reiz deixou a emissora, encerrando um ciclo marcado pela atuação em diferentes formatos da teledramaturgia, dos roteiros de novelas e seriados à autoria de minisséries e telenovelas. A saída abriu uma nova etapa em sua trajetória, construída ao longo de mais de duas décadas entre o teatro, a literatura e a televisão e marcada pela versatilidade, pelo dinamismo narrativo e pela capacidade de transitar por diferentes públicos e gêneros. Após um período dedicado a novos projetos, Reiz voltou a ocupar espaço na teledramaturgia em 2025, quando foi contratado pelo SBT para integrar os planos de dramaturgia da emissora. A chegada ao canal representou mais um importante movimento em sua carreira, levando para uma nova casa a experiência acumulada como roteirista e autor titular e abrindo caminho para novos desafios na produção de ficção televisiva.
 
Em 2026, Gustavo Reiz apresentou ao SBT um argumento de novela a ser exibida na faixa das 19h. A emissora solicitou a sinopse, que foi aprovada, e em outubro do mesmo ano, o autor lançou sua primeira novela no SBT. A trama de “Fuzuê” acompanha Luna (Giovana Cordeiro), jovem que produz e vende joias feitas com materiais reciclados no centro do Rio de Janeiro e procura a mãe, Maria Navalha (Olívia Araújo), desaparecida há um ano. A busca ganha novos contornos quando Luna descobre ser filha de César Montebello (Leopoldo Pacheco), um rico empresário cuja morte deixa para Preciosa (Marina Ruy Barbosa), sua outra filha, documentos que apontam para a existência de uma fortuna escondida e revelam que ela terá de dividir o patrimônio com a irmã que desconhecia. Enquanto Preciosa tenta preservar a riqueza da família e enfrenta a iminente falência dos negócios ao lado do marido, Heitor (Felipe Simas), e do perigoso assessor Pascoal (Juliano Cazarré), Luna encontra apoio na Fuzuê, loja de Nero de Braga e Silva (Edson Celulari), onde conhece Miguel (Nicolas Prattes), advogado recém-chegado de Portugal que se envolve com ela e passa a disputar seu amor com Jefinho Sem Vergonha (Micael Borges). Paralelamente, Bebel (Lília Cabral), mãe de Preciosa, precisa rever suas certezas diante da descoberta da filha ilegítima do marido, enquanto a jornalista Cecília (Cinara Leal) investiga os Montebello por acreditar que a família esteja relacionada à morte de seus pais. A trajetória de Luna reúne a busca pela mãe, os segredos de sua origem, a disputa por uma fortuna e os conflitos entre duas famílias, fazendo da identidade, da ambição, das relações familiares e da luta por justiça os principais eixos da narrativa.
 
 
TRABALHOS DE GUSTAVO REIZ NO SBT
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
05/10/2026
Em exibição
 
19h40
Autor principal

domingo, 12 de janeiro de 2025

MAURO WILSON


Mauro Wilson (Rio de Janeiro, 1958) é um roteirista e autor brasileiro de telenovelas e seriados, com uma carreira marcada pela participação em produções de diferentes gêneros e formatos da televisão. Seu trabalho abrange programas humorísticos, atrações infantis e séries de ficção, nos quais desenvolveu experiência na criação de histórias, na construção de personagens e na elaboração de diálogos. Essa diversidade de projetos consolidou sua trajetória como roteirista, especialmente no campo da comédia televisiva.
 
Sua carreira de roteirista começou entre os anos 1970 e 1980. Um de seus primeiros trabalhos foi como redator e criador do programa “Guerra dos Sexos” (1989), no SBT, criado a partir da novela “Guerra dos Sexos” (1988), de Sílvio de Abreu. Logo em seguida, passou a integrar a equipe de roteiristas do humorístico “Humor Livre” e, posteriormente, de “Os Trapalhões”. Essas experiências contribuíram para ampliar seu domínio da escrita humorística e da criação de situações cômicas, além de lhe proporcionar contato com diferentes estilos de interpretação e formatos de produção televisiva.
 
Ao longo da carreira, Wilson também assumiu a redação final de atrações infantis como “TV Colosso” e “Caça-Talentos”, participando do desenvolvimento de programas que combinavam entretenimento, fantasia e humor para o público infantojuvenil. Em “TV Colosso”, destacou-se o universo de uma emissora fictícia comandada por personagens caninos, enquanto “Caça-Talentos” investia em situações imaginativas e aventuras voltadas ao público mais jovem. Paralelamente, foi redator de “Sai de Baixo” (1996) durante toda a sua existência, acompanhando a trajetória de uma das comédias de maior destaque da televisão brasileira naquele período. A continuidade de seu trabalho nessa produção evidencia sua experiência com a construção de personagens recorrentes e com o desenvolvimento de situações cômicas ao longo de diferentes episódios.
 
Com uma longa trajetória dedicada às séries, Mauro Wilson integrou as equipes de roteiristas e redatores de diversas produções, entre elas “A Grande Família” (2001) e “Sexo Frágil” (2003). A participação nesses projetos ampliou sua experiência na criação de narrativas seriadas, nas quais o humor surge das relações entre os personagens, dos conflitos cotidianos e das contradições do comportamento humano. Sua atuação em diferentes formatos demonstra a versatilidade de sua escrita e a capacidade de adaptar a linguagem e a estrutura narrativa às particularidades de cada produção, construindo uma carreira ligada especialmente à comédia e ao entretenimento televisivo.
 
O primeiro contato de Mauro Wilson com novelas aconteceu em 2007, quando foi designado pela emissora para colaborar em “O Beijo do Vampiro”, trama de Antônio Calmon que explorava o universo dos vampiros, na faixa das 19h. Na trama, a viúva Lívia (Flávia Alessandra) muda-se com os três filhos para Maramores após descobrir que o marido, Beto (Thiago Lacerda), perdeu a fortuna da família. Na cidade, ela reencontra a mãe, Zoroastra (Glória Menezes), sem imaginar que é a reencarnação da princesa Cecília, antiga paixão do vampiro Bóris Vladescu (Tarcísio Meira), que pretende reconquistá-la e preparar Zeca (Kayky Brito), filho de Lívia, para sucedê-lo. A chegada de Bóris ameaça os moradores, enquanto Zoroastra e o anjo Ezequiel (Celso Frateschi) tentam proteger mãe e filho. Paralelamente, Lívia se envolve com Rodrigo (Alexandre Borges), despertando o ciúme de Augusto (Marco Ricca), seu antigo admirador. Enquanto isso, Mina (Cláudia Raia), companheira de Bóris, e Victor (Gabriel Braga Nunes) provocam novos conflitos, que incluem a transformação de Lara (Deborah Secco) em vampira.
 
A boa parceria com Antônio Calmon abriu caminho para uma nova colaboração de Mauro Wilson com o autor e Elizabeth Jhin em “Começar de Novo” (2009), novela também exibida às 19h. Após escapar de um atentado na adolescência e perder os pais em um misterioso acidente de carro, Miguel Arcanjo (Marcos Paulo) é levado para a Rússia por seu padrinho, Ivan Mishkin (Emiliano Queiroz), e assume uma nova identidade, tornando-se o poderoso empresário Andrei Ivanovich. Trinta anos depois, ele retorna ao Brasil em busca de respostas sobre seu passado. Durante a viagem, conhece Júlia Moreno (Giselle Itié), mas é em Ouro Negro que reencontra Letícia (Natália do Valle), seu grande amor da juventude, agora casada com Anselmo Pessoa (Werner Schünemann). À medida que recupera a memória, Andrei desvenda os acontecimentos que o afastaram do país e confronta Lucrécia Borges (Eva Wilma), mãe de Letícia, responsável por impedir o romance dos dois no passado.
 
Em 2011, foi convidado pelo autor Carlos Lombardi a colaborar no texto de “Pé na Jaca”, trama exibida às 19h que mostrava o reencontro de cinco amigos de infância e desencadeava uma caça a uma fortuna. Vinte e cinco anos depois de se conhecerem em Deus me Livre, cidadezinha do interior de São Paulo, Arthur Fortuna (Murilo Benício), Guinevere Ataliba (Juliana Paes), Elizabeth Barra (Deborah Secco), Maria Bô (Fernanda Lima) e Tico (Marcos Pasquim) voltam a cruzar seus caminhos. Na infância, os cinco construíram uma amizade que parecia superar as diferenças sociais, mas acabaram se afastando e seguindo rumos distintos. O reencontro os coloca diante de antigos vínculos, novas rivalidades e situações que os levam a enfrentar as consequências de suas escolhas. Enquanto tentam recuperar o rumo de suas vidas, a busca pela fortuna movimenta os conflitos e aproxima novamente personagens cujas trajetórias tomaram direções inesperadas.
 
Posteriormente, Wilson voltou a se dedicar à produção de séries do SBT, integrando equipes de roteiristas e redatores de diferentes formatos e gêneros. Em “Doce de Mãe” (2012), especial protagonizado por Fernanda Montenegro, participou da construção da história de Picucha, uma viúva de 85 anos que enfrenta as mudanças da velhice com espontaneidade e bom humor. A produção ganhou continuidade como série em 2014 e conquistou o Emmy Internacional de Melhor Comédia em 2015, com Wilson na redação final ao lado de Jorge Furtado. Em “A Mulher da Sua Vida” (2013), colaborou em uma comédia sobre as tentativas de conquista amorosa de um homem interpretado por Marcelo Serrado, cuja trajetória se desenvolve por meio de encontros e situações distintas a cada episódio. Já em “Chapa Quente” (2015), integrou a equipe de redação da comédia ambientada no subúrbio do Rio de Janeiro, centrada no cotidiano e nas confusões provocadas pelas tentativas de um casal de melhorar de vida. Em 2017, voltou a trabalhar com o universo de “Os Trapalhões”, participando da equipe de texto do remake que renovou o clássico humorístico com um novo elenco.
 
Mauro Wilson foi o criador de “A Fórmula” (2017), série que acompanha Angélica (Drica Moraes), uma cientista que desenvolve uma fórmula de rejuvenescimento capaz de fazê-la recuperar a aparência de quando era vinte anos mais jovem. A descoberta lhe oferece a oportunidade de reencontrar Ricardo (Fábio Assunção), seu antigo amor, com quem havia planejado construir uma vida ainda na época da faculdade. Separados por uma reviravolta do destino, os dois voltam a se aproximar quando Angélica assume a identidade de Afrodite (Luísa Arraes), sua versão rejuvenescida. Ricardo se sente atraído pela jovem sem perceber, inicialmente, que ela é a mesma mulher que marcou seu passado. A situação desperta sentimentos antigos e coloca o casal diante de dilemas que envolvem as escolhas feitas ao longo dos anos e as possibilidades de recomeço.
 
Wilson também desenvolveu “Cidade Proibida” (2017), trama ambientada no Rio de Janeiro do final dos anos 1950, uma cidade marcada pelo glamour, pelo luxo e pelos perigos escondidos sob sua aparência sofisticada. A história acompanha o detetive Zózimo Barbosa (Vladimir Brichta), ex-policial que decide trabalhar por conta própria e se especializa em investigar casos extraconjugais. Fascinado pelo universo das famílias abastadas, ele se envolve com clientes sofisticadas enquanto desvenda histórias de infidelidade, vingança e interesses ocultos. Em suas investigações, conta com a ajuda de Marli (Regiane Alves), garota de programa apaixonada por ele que, apesar de não ter seus sentimentos correspondidos, torna-se uma parceira leal e fundamental para solucionar os casos. Também participa de suas aventuras Bonitão (José Loreto), um malandro sedutor que vive às custas das mulheres que conquista e frequentemente se mete em confusões das quais precisa ser resgatado. Já Paranhos (Aílton Graça), delegado corrupto e antigo conhecido de Zózimo, recorre a métodos pouco convencionais para conduzir seu trabalho e mantém com o detetive uma relação marcada pela cumplicidade e pelos conflitos. A cada investigação, o quarteto se depara com traições elaboradas, pessoas dispostas a tudo para proteger seus segredos e situações em que as aparências raramente correspondem à realidade.
 
Em 2024, Mauro Wilson apresentou um argumento de novela destinado à faixa das 19h do SBT. A premissa foi aprovada pela direção de dramaturgia da emissora, que demonstrou interesse em desenvolver o projeto e convocou o autor para assumir a produção do texto. Com isso, Wilson ficou responsável por escrever a trama que substituiria “Salve-se Quem Puder”, dando início a uma nova etapa de seu trabalho na teledramaturgia.
 
Em janeiro de 2025, Wilson estreou como autor titular com “Quanto Mais Vida, Melhor!”, novela centrada em quatro pessoas cujas trajetórias se cruzam após um acidente aéreo. Neném (Vladimir Brichta), um ex-jogador de futebol que tenta recuperar a carreira, Paula Terrare (Giovanna Antonelli), uma empresária que luta para salvar sua empresa, Guilherme Monteiro (Mateus Solano), um médico renomado, e Flávia (Valentina Herszage), uma dançarina de pole dance envolvida em um assalto, embarcam no mesmo avião durante uma tempestade. Quando a aeronave cai, os quatro encontram a Morte (A Maia), que lhes concede uma nova oportunidade de viver, mas avisa que um deles morrerá definitivamente dentro de um ano. De volta às suas rotinas, precisam enfrentar problemas pessoais e rever suas prioridades. Neném luta para retomar o futebol, recuperar o salão de beleza da mãe, Nedda (Elizabeth Savala), e custear o tratamento cardíaco da filha Bianca (Sara Vidal). Guilherme tenta salvar o casamento com Rose (Bárbara Colen) e se reaproximar do filho, enquanto enfrenta a influência controladora de sua mãe, Celina (Ana Lúcia Torre). Flávia, por sua vez, precisa lidar com as consequências do envolvimento em um roubo e com o desejo de conquistar independência financeira. Já Paula busca reerguer sua empresa e confrontar a rival Carmem Wollinger (Júlia Lemmertz), cuja hostilidade tem raízes em acontecimentos do passado. A empresária também se aproxima de Neném, inicialmente interessada em contratá-lo para uma campanha publicitária, mas acaba desenvolvendo sentimentos por ele. As vidas dos quatro protagonistas passam a se entrelaçar em meio a conflitos familiares, dilemas amorosos e decisões capazes de mudar seus destinos, e a possibilidade de uma morte anunciada os leva a questionar o que realmente importa e a reconsiderar a maneira como conduzem suas relações e escolhas.
 
NOVELAS DE MAURO WILSON EXIBIDAS NO SBT
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
13/01/2025
18/07/2025
161
19h40
Autor principal
 
 
OUTRAS FUNÇÕES
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
19/02/2007
26/10/2007
215
19h30
Colaborador
23/02/2009
09/10/2009
197
19h30
Colaborador
16/05/2011
09/12/2011
179
19h30
Colaborador

domingo, 16 de julho de 2023

PAULA AMARAL


Paula Amaral é uma dramaturga, roteirista e autora brasileira que construiu sua trajetória profissional na dramaturgia e no desenvolvimento de produções para a televisão. Com experiência na criação de histórias para diferentes públicos e formatos, iniciou sua carreira no teatro, escrevendo peças e adaptando obras literárias. Essa primeira etapa contribuiu para sua formação como escritora, permitindo-lhe trabalhar com diferentes estruturas narrativas e desenvolver recursos que posteriormente seriam aplicados aos roteiros televisivos.
 
Em 1996, Paula ingressou na equipe de roteiristas de “Caça-Talentos”, série infantil do SBT criada por Ronaldo Santos e Patrícia Moretzsohn e protagonizada por Angélica Ksyvickis, atriz, apresentadora, modelo e cantora. A produção acompanha as aventuras da fada Bela e de seus amigos, combinando fantasia, humor e elementos do universo infantil. A participação no programa marcou o início de sua trajetória na televisão e representou uma oportunidade de desenvolver sua escrita em um formato seriado, com personagens recorrentes e histórias voltadas ao público infantojuvenil.
 
Em 1999, Paula passou a integrar a equipe de roteiristas da primeira temporada do seriado “Sandy & Júnior”, protagonizado pelos irmãos Sandy e Junior Lima. A produção acompanha situações do cotidiano dos jovens protagonistas, com conflitos relacionados à amizade, aos relacionamentos, à família e à vida escolar. Ao permanecer na equipe até o fim da temporada, Paula ampliou sua experiência na televisão e consolidou sua atuação na escrita de produções juvenis, dando continuidade a uma carreira que posteriormente incluiria séries, programas de humor e novelas.
 
Em 2000, Paula Amaral foi escalada pelo SBT para colaborar no texto da 7ª temporada da novela juvenil “Malhação”, escrita por Emanuel Jacobina. Ambientada no colégio Múltipla Escolha, a nova fase acompanha a rotina dos alunos e os relacionamentos que surgem com a chegada de novos professores e estudantes. O professor de História Afonso (Giuseppe Oristanio), viúvo e pai de três filhos, aproxima-se de Linda (Giselle Tigre), professora de Geografia que cria a filha Bia (Fernanda Nobre) e a sobrinha Joana (Ludmila Dayer). Quando os dois se apaixonam e decidem morar juntos, as famílias passam a conviver sob o mesmo teto. Paralelamente, Marcelo (Fábio Azevedo), filho de Afonso, envolve-se com Joana, embora Bia também goste dele. A temporada ainda acompanha os romances de Tatiana (Priscila Fantin) e Rodrigo (Mário Frias), além de Érica (Samara Felippo) e Touro (Roger Gobeth), que precisam enfrentar o preconceito do pai do rapaz por Érica ser portadora do HIV.
 
Em seguida, Amaral integrou a equipe de colaboradores de Andrea Maltarolli na 8ª temporada de “Malhação” (2001), que segue acompanhando os desdobramentos da vida dos alunos do colégio Múltipla Escolha. A fase ganha novos contornos com o envolvimento de Renato (Tato Gabus Mendes) em um esquema de corrupção, que leva seus filhos Gui (Iran Malfitano), Léo (Max Fercondini) e Gabi (Juliana Lohmann) a sofrerem rejeição no colégio. Enquanto Vera (Bia Seidl) tenta proteger a família e enfrenta um diagnóstico de câncer de mama, os jovens lidam com conflitos amorosos. Gui e Léo disputam o amor de Nanda (Rafaela Mandelli), enquanto Léo se aproxima de Bia (Fernanda Nobre), uma jovem mãe abandonada pelo namorado. Paralelamente, Drica (Giselle Frade) sofre com as agressões do namorado ciumento, Robson (Dado Dolabella), e Érica (Samara Felippo) e Touro (Roger Gobeth) enfrentam o preconceito relacionado à soropositividade dela.
 
Colaborou na 9ª temporada de “Malhação”, também escrita por Andrea Maltarolli, em 2002. A temporada tem como um de seus principais conflitos a vida de César (Kadu Moliterno), apresentador de um programa de esportes radicais que sofre um erro médico capaz de transformar sua rotina e afetar a relação com os filhos, Pedro (Henri Castelli) e Kailani (Letícia Colin). Enquanto Débora (Tereza Seiblitz), namorada de César, tenta apoiá-lo apesar dos conflitos com os jovens, a chegada da família Miranda ao colégio Múltipla Escolha complica ainda mais a situação. O médico Otávio (Odilon Wagner), responsável pelo erro, é pai de Júlia (Juliana Silveira), uma estudante dedicada que acaba envolvida em uma relação conturbada com Pedro por causa do conflito entre as famílias. Júlia também enfrenta a rivalidade de Thaíssa (Bárbara Borges) e, no início da temporada, namora Charles (Miguel Thiré). Enquanto os jovens lidam com disputas e relacionamentos, a temporada acompanha as consequências do erro médico na vida de César e de sua família, dando destaque aos conflitos pessoais e às dificuldades de convivência no ambiente escolar.
 
Paula Amaral também esteve presente na colaboração da 10ª temporada de “Malhação” (2003), agora escrita por Ricardo Hofstetter. A temporada acompanha o romance conturbado entre Luísa (Manuela do Monte), filha do jornalista Paulo Viana (José de Abreu), e Victor (Sérgio Marone), filho do técnico de informática Rômulo (Evandro Mesquita). Durante uma reportagem no interior, Paulo pega carona com Rômulo, mas os dois sofrem um acidente, e o jornalista não consegue salvar o novo amigo. Revoltado com a morte do pai, Victor responsabiliza Paulo e rompe com Luísa, apesar de estar apaixonado por ela. O relacionamento enfrenta novos obstáculos com as armações de Carla (Nathália Rodrigues), prima de Luísa que também deseja conquistar Victor. Enquanto tenta ajudar a família de Rômulo, Paulo se aproxima de Daniela (Maitê Proença), viúva do amigo e nova diretora do colégio Múltipla Escolha, o que torna ainda mais delicada a relação entre as duas famílias.
 
Em 2004, colaborou novamente para Ricardo Hofstetter na 11ª temporada de “Malhação”, que acompanha novos conflitos familiares e sociais vividos pelos jovens do colégio Múltipla Escolha. Gustavo (Guilherme Berenguer), filho do famoso advogado Marcelo Henrique (Eduardo Lago) e de Beatriz (Cissa Guimarães), envolve-se em confusões que afetam também Cadu (Bruno Ferrari), filho da inspetora escolar Lúcia (Tássia Camargo) e do gari José (Ricardo Petráglia). Quando os dois jovens invadem um estaleiro municipal e um rapaz cai do dique, o caso provoca um debate sobre a maioridade penal e evidencia as desigualdades sociais, já que Gustavo pertence a uma família rica, enquanto Cadu enfrenta dificuldades por causa da origem humilde dos pais. Ao mesmo tempo, Beatriz questiona o casamento com Marcelo, que prioriza a carreira e a leva a se arrepender de ter abandonado a atuação. Cadu, por sua vez, precisa lidar com os conflitos familiares e se aproxima de Vivi (Graziela Schmitt), uma jovem recém-chegada da Suíça.
 
Paula Amaral firmou parceria com Izabel de Oliveira em 2005 para escrever a 12ª temporada de “Malhação” como autora titular. A temporada acompanha o romance de Bernardo (Thiago Rodrigues) e Betina (Fernanda Vasconcellos), abalado por um mal-entendido às vésperas de uma viagem da jovem à Amazônia, onde pretende filmar um documentário. Ao ouvir uma mensagem de Léo (Daniel Erthal), antigo amigo de Betina, Bernardo acredita ter sido traído e, tomado pelo ciúme, sai sem escutá-la. Durante o trajeto de moto, ele atropela Jaqueline (Joana Balaguer) e perde o celular, impedindo que Betina consiga esclarecer a situação antes de partir. Aos poucos, Bernardo se aproxima de Jaque, que se apaixona por ele, e os dois começam a namorar. A relação ganha novos contornos quando ela descobre que está grávida, provocando conflitos familiares. Enquanto o pai de Jaque, Júlio César (Oscar Magrini), enfrenta dificuldades financeiras após perder o emprego de engenheiro, a jovem precisa lidar com a reação dos pais à gravidez. Bernardo, por sua vez, conta com o apoio de sua família, especialmente do pai, Miguel (Paulo Betti). Paralelamente, Horácio (John Herbert), avô de Bernardo, e Naná (Rosamaria Murtinho), avó de Betina, superam antigas desavenças e se aproximam, passando a torcer pela reconciliação dos netos. A temporada se desenvolve a partir das consequências de um mal-entendido que transforma os relacionamentos e coloca os personagens diante de escolhas afetivas e familiares difíceis.
 
Paula Amaral também escreveu a 13ª temporada de “Malhação” (2006) em parceria com Izabel de Oliveira. A temporada acompanha Cauã (Bernardo Melo Barreto), um jovem apaixonado por skate que busca realizar o sonho de se tornar campeão da modalidade. Sua vida muda após a morte da mãe, Luana (Regina Remescius), que pretendia revelar a identidade de seu pai biológico. Ao descobrir que o homem está vivo, Cauã decide encontrar sua família de origem e se muda de Florianópolis com o padrasto, Daniel (Marcello Novaes), e o irmão adotivo, Lucas (Arthur Lopes). Ele também descobre que seu pai é Marco Aurélio (Juan Alba), que desconhece sua existência devido às interferências da esposa, Sônia (Ângela Figueiredo), que esconde uma carta enviada por Luana. Na nova cidade, Cauã disputa um campeonato de skate com Eduardo (Gabriel Wainer), o favorito da competição, e conquista o interesse de Manu (Luiza Valdetaro), ex-namorada do rival. Invejoso, Eduardo sabota a prova e culpa Cauã, que perde o título, o patrocínio e a confiança de Manu. O que os dois jovens não imaginam é que são irmãos, ambos filhos de Marco Aurélio. Enquanto tenta provar sua inocência e reconstruir a vida, Cauã precisa lidar com os segredos familiares e com os obstáculos que ameaçam seu relacionamento com Manu, cujo sonho de construir uma pista de skate em uma comunidade carente também é prejudicado pela sabotagem.
 
Em 2007, escreveu a 14ª temporada de “Malhação” com Izabel de Oliveira e também em parceria com Márcio Wilson. A temporada acompanha a amizade de Marcela (Thayla Ayala), Vívian (Fiorella Mattheis) e Cissa (Maria Eduarda Machado), três jovens de personalidades distintas que se envolvem em um acidente de carro fatal. Após provocar a colisão que mata seu irmão Leandro (Igor Tripoli), Vívian mente sobre quem dirigia o veículo. Marcela fica em coma e perde a memória do acidente, enquanto Cissa, única testemunha que conhece a verdade, hesita em denunciar a amiga. A situação se complica quando André (Rômulo Arantes Neto), antigo amigo de Leandro e dono do carro envolvido na colisão, passa a investigar o caso e desconfia de Vívian. Ao mesmo tempo, ele se apaixona por Marcela, que namora Murilo (Bruno Udovic), um rapaz infiel que tenta separá-los e se alia a Vívian para prejudicar o rival. André também descobre que Arnaldo (José Rubens Chachá), pai de Marcela, foi o verdadeiro responsável pelo crime que levou seu pai, Gabriel (Roberto Frota), à prisão, mas esconde essa informação da namorada enquanto busca desmascarar o empresário. O romance enfrenta ainda a oposição de Arnaldo, que desaprova a relação por causa das diferenças sociais entre os jovens. Paralelamente, Cissa vive um conflito amoroso com Matheus (Klebber Toledo), seu amigo de infância por quem é apaixonada, mas que só a enxerga como uma irmã. Quando ela começa a se envolver com Edu (Gabriel Wainer), Matheus percebe que também tem sentimentos por ela, complicando ainda mais as relações do grupo.
 
Com o encerramento da 14ª temporada, em janeiro de 2008, Paula Amaral concluiu sua trajetória em “Malhação” após oito anos consecutivos dedicados à novela juvenil. Ao longo desse período, participou da construção de diferentes fases da produção, trabalhando com diversos autores e contribuindo para o desenvolvimento de histórias e personagens que marcaram sua passagem pelo programa.
 
Em 2016, Amaral foi escalada para colaborar pela primeira vez em uma novela adulta no horário das 19h, dos autores Filipe Miguez e Izabel de Oliveira. Em “Cheias de Charme”, as empregadas domésticas Penha (Taís Araújo), Rosário (Leandra Leal) e Cida (Isabelle Drummond) se tornam amigas e alcançam a fama como as Empreguetes após o sucesso de um videoclipe na internet. A ascensão do trio desperta a rivalidade da cantora Chayene (Cláudia Abreu), que tenta recuperar a popularidade. Paralelamente, as protagonistas enfrentam conflitos pessoais e amorosos: Rosário fica dividida entre o cantor Fabian (Ricardo Tozzi) e o motorista Inácio (Ricardo Tozzi), Cida se envolve com o ambicioso Conrado (Jonatas Faro) antes de encontrar o amor no advogado Elano (Humberto Carrão), enquanto Penha enfrenta dificuldades no casamento com Sandro (Marcos Palmeira) e procura preservar sua amizade com a patroa Lygia (Malu Galli).
 
Paula Amaral voltou a colaborar com Filipe Miguez e Izabel de Oliveira em “Geração Brasil”, novela das 19h que acompanha o retorno ao país do empresário e especialista em tecnologia Jonas Marra (Murilo Benício), após duas décadas nos Estados Unidos. Casado com a atriz Pamela Parker (Cláudia Abreu), ele transfere sua empresa para o Brasil e promove um reality show para escolher seu sucessor. Entre os participantes estão Davi (Humberto Carrão) e Manuela (Chandelly Braz), que se apaixonam apesar da concorrência. O relacionamento enfrenta obstáculos quando Megan (Isabelle Drummond), filha de Jonas e Pamela, também se interessa por Davi e tenta separá-los. Paralelamente, Jonas conhece a jornalista Verônica (Taís Araújo), por quem se apaixona, enquanto precisa lidar com os conflitos familiares provocados por seu retorno, especialmente a relação conturbada com a mãe, Gláucia Beatriz (Renata Sorrah).
 
Em 2022, teve seu primeiro contato com novelas das 21h ao colaborar para o autor João Emanuel Carneiro em “A Regra do Jogo”. A novela acompanha Romero Rômulo (Alexandre Nero), conhecido pelo trabalho na reintegração de ex-detentos, mas envolvido em segredos e esquemas criminosos. Sua relação com a golpista Atena (Giovanna Antonelli) se cruza com os planos de vingança de Juliano (Cauã Reymond), preso injustamente por tráfico de drogas e determinado a acertar contas com os responsáveis por sua condenação. Namorado de infância de Tóia (Vanessa Giácomo), Juliano também é rival de Dante (Marco Pigossi), policial e filho adotivo de Romero, que persegue Zé Maria (Tony Ramos), pai de Juliano e homem ligado a um passado misterioso. Paralelamente, Orlando (Eduardo Moscovis) tenta se aproximar da rica família Stewart, sem imaginar as conexões entre seus integrantes, Romero e uma perigosa facção criminosa.
 
Em 2023, Paula Amaral reeditou a parceria com Izabel de Oliveira como autora titular para uma novela das 19h. A cultura efervescente, os acontecimentos sociais e políticos, a música e a moda dos anos 1990 estão presentes em “Verão 90”, que acompanha o reencontro de João (Rafael Vitti), Manu (Isabelle Drummond) e Jerônimo (Jesuíta Barbosa), antigos integrantes do grupo infantil Patotinha Mágica, que fez sucesso nos anos 1980. Já adultos, eles seguem caminhos diferentes. João trabalha em uma rádio, enquanto Manu tenta construir uma carreira como atriz, com o apoio da mãe, Lidiane (Cláudia Raia). Jerônimo, por sua vez, não aceita ter perdido a fama e alimenta uma rivalidade com o irmão, motivado pela inveja e pela ambição. O reencontro reacende o amor entre João e Manu, mas Jerônimo se torna um obstáculo e chega a incriminar o irmão por um assassinato que ele não cometeu. A novela recupera o espírito da década de 1990 por meio de referências culturais e comportamentos da época, enquanto desenvolve uma história marcada por nostalgia, rivalidade familiar e disputas pela fama.
 
TRABALHOS DE PAULA AMARAL NO SBT
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
Malhação: 12ª Temp.
11/04/2005
07/04/2006
260
13h45
Autora principal
Malhação: 13ª Temp.
10/04/2006
13/04/2007
265
13h45
Autora principal
Malhação: 14ª Temp.
16/04/2007
11/01/2008
195
13h45
Autora principal
17/07/2023
12/01/2024
155
19h40
Autora principal
 
 
OUTRAS FUNÇÕES
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
Malhação: 7ª Temp.
17/07/2000
10/08/2001
280
13h45
Colaboradora
Malhação: 8ª Temp.
13/08/2001
26/07/2002
250
13h45
Colaboradora
Malhação: 9ª Temp.
29/07/2002
01/08/2003
265
13h45
Colaboradora
Malhação: 10ª Temp.
04/08/2003
23/04/2004
190
13h45
Colaboradora
Malhação: 11ª Temp.
26/04/2004
08/04/2005
250
13h45
Colaboradora
10/10/2016
24/03/2017
143
19h30
Colaboradora
29/10/2018
19/04/2019
149
19h30
Colaboradora
04/07/2022
13/01/2023
167
21h30
Colaboradora