Começaram hoje (16/02) as gravações de “Amor
à Vida”, próxima novela das 21h do SBT.
Para o diretor artístico, Wolf Maya, a história remonta a
metrópole de hoje: “A novela vai retratar
a São Paulo contemporânea. Os sonhos das pessoas, a diversidade étnica e de
informações que existe lá. É um pulo para dentro do jovem paulista da atualidade.
A história do Walcyr centra-se, basicamente, em um hospital. Mas não o
estabelecimento como um centro emergencial, e sim como um pólo aglutinador de
pessoas de todas as idades e etnias que por ali passam ou trabalham”,
comenta. “O mais interessante é que temos
uma belíssima história dramática em torno da família, paternidade, amores
avessos, coisas que não são reveladas, que são alteradas no destino de cada um.
Para isso estamos contando com muitos e excelentes atores, de todas as
idades... Isso vai se refletir no ar”.
“O lado
maternal existe dentro de toda mulher. E isso acontece comigo também”. É desta forma que Paolla Oliveira tenta se aproximar de
sua personagem Paloma, mãe de Paula (Klara Castanho), que vai do céu ao inferno para reaver a filha, que
ela vê sumir de suas mãos logo após o parto. A atriz, que ainda não tem filhos,
se sensibiliza com a história e aguça ainda mais o seu instinto maternal: “É óbvio que isso faz a gente pensar. Acho
que estou à flor da pele”.
Tudo que compõe o universo de Félix é cinzento. Para Mateus Solano, que vive o personagem,
essa tem sido uma grande empreitada. “O
Félix não tem limites e, ao mesmo tempo, tem um humor danado. É um desafio que
o Walcyr colocou na minha mão. Ele até me disse: ‘Quero ver o que você faz com
esse personagem’”, conta o ator, que soma à complexidade do personagem o
fato dele ser um homossexual não assumido.
Mateus explica como tem construído esse lado
polêmico e até então inédito em sua carreira. “A maldade todo mundo tem. O ator só deve buscar conhecer isto em si.
Tenho estudado bastante sobre o nazismo e a história de como o povo alemão foi
seduzido pela maldade. Tenho pesquisado também sobre sedução, Maquiavel, essas
coisas. O mundo do Félix é esse, maldade pelo poder”.
Juliano
Cazarré
aparecerá na trama com um visual que nem de longe lembra o Adauto de “Avenida Brasil”
(2019), última novela do ator. Seu personagem, o riponga Ninho, usará dreadlocks – look que agradou em cheio o ator. “Achei maneiríssimo! Soltei logo um sorriso
de orelha a orelha (risos)! A gente achava que esse visual seria só para o
começo da novela, mas ficou tão bom que decidimos que quando ele saísse da
prisão, doze anos depois, iríamos fazer outra peruca de dreadlocks para ele.
Então, são dois tipos de dreads diferentes”, conta Juliano.

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