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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Terminam as gravações de “Sol Nascente”


As gravações de “Sol Nascente”, novela das 18h do SBT, foram concluídas na noite desta segunda-feira (1º).

Protagonista da história que explorou relações familiares e identidades culturais ao longo dos últimos meses, Giovanna Antonelli não carrega peso ou saudade de Alice. É que ela já está de olho nas férias! “Não levo nenhum personagem para a vida. Foi uma novela linda, as pessoas ficaram apaixonadas pela nossa história, e foi bacana poder fazer parte. Mas cortou a cena, eu já estou no celular, conferindo mensagens sobre meus filhos, sabendo dos meus negócios e com a cabeça em milhões de lugares ao mesmo tempo”, conta a atriz, que tira de letra a capacidade de ser uma mulher multitarefas e só não gosta de ter que ficar parada por muito tempo.

Ao contrário do que o público pode pensar, Giovanna não aderiu à torcida por Marilice. “Nunca torço por personagem. O que o autor escrever está bom para mim. Claro que eu palpito em cena, dou ideias, sou participativa, porque faz parte da minha personalidade. Mas geralmente cumpro ordens”, afirma.

Rafael Cardoso comemorou o término das gravações: “Para mim, foi ótimo o primeiro vilão que eu fiz para o grande público. Foi uma surpresa o caminho que ele teve. Fica o que eu aprendi e a possibilidade de sempre mudar alguma coisa para não ficar na zona de conforto. Na hora que estiver muito confortável, é porque algo está errado. Só tenho gratidão pelo trabalho. Por tudo, até pelos caminhos tortuosos que tivemos”, avalia.

Para aqueles que torcem para que César se dê mal até o último momento da novela, saibam que Rafael é um de vocês – ou melhor, de nós! “Os fãs realmente querem que ele se dê mal. Sinto que alguns não gostam, mas a grande maioria torce. É o que movimenta a trama: a galera gosta quando pega fogo. E todos querem justiça, né? A gente já vive em um país com tanta coisa errada, quando no folhetim esse tipo de pessoa é presa e sofre um pouco, o público adora”, conta o ator, que ainda completa: “Tenho muito carinho, mas acho que ele tinha que aprender a lição”. Será?

“Sem dúvida nenhuma um trabalho de verdade. Acho que a equipe mais unida, o elenco mais unido, direção mais unida com quem eu já trabalhei em toda a minha vida. É impressionante. Sintonia muito grande de todo mundo. Acho que isso faz o trabalho ficar mais prazeroso”, elogiou Bruno Gagliasso, intérprete de Mario.

Sol Nascente” se despede do público nesta sexta-feira, dia 5.

terça-feira, 28 de abril de 2020

Autores de “Sol Nascente” entregam último capítulo da novela


O trio de autores Walther Negrão, Suzana Pires e Júlio Fisher já finalizou e entregou o roteiro do último capítulo de “Sol Nascente”, novela das 18h do SBT, ao diretor artístico Leonardo Nogueira.

“Nós temos uma reta final eletrizante, com nosso vilão César indo com tudo pra cima dos nossos protagonistas e tentando à todo custo prejudicar a vida deles. O capítulos da última semana dão um desfecho agradável e impactante para a trama”, declarou Pires em sua conta do Twitter.

Com 139 capítulos exibidos, a trama fecha com média geral de 20.7 pontos. Apesar de estar acima da meta de 20 pontos estipuladas pela emissora, garantindo então uma boa audiência, a novela derruba em 20% os índices da trama anterior, “Eta Mundo Bom!”, que obteve 25.7 pontos no mesmo período de exibição.

O desfecho de “Sol Nascente” será exibido no dia 5 de junho, em um total de 173 capítulos. A próxima novela das 18h, “Novo Mundo”, escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, tem estreia confirmada para o dia 8 de junho.

sexta-feira, 20 de março de 2020

“Sol Nascente” é esticada em uma semana


A novela das seis do SBT, “Sol Nascente”, terá sua duração oficialmente estendida em uma semana pelos autores Walther Negrão, Suzana Pires Júlio Fisher. Para os criadores da obra, a novela precisa de seis capítulos adicionais para concluir, sem correrias, a trama principal.

O folhetim que teria inicialmente 167 capítulos, deve ser finalizado com 173. A data de término é definida agora para o dia 5 de junho.

Os roteiristas, que já finalizaram o texto de 147 capítulos, comentaram sobre a extensão da novela:

“Quando começamos os trabalhos, conversamos com o nosso diretor, o Leo, e pedimos pra evitar esticamento ou até mesmo encurtamento, pois tínhamos a sinopse muito bem definida com a definisão dos acontecimentos para os 167 capítulos encomendados. Só que, agora que estamos nos aproximando dos momentos finais, percebemos que muitas coisas que planejamos e que são interessantes, acabariam sendo cortadas ou inseridas de uma maneira muito mais rápida, para concluir a novela naquele número. Para o bem da estrutura narrativa, optamos por incluir mais seis capítulos, o que foi acordado com a emissora. Nossa reta final é energética”, diz Pires.

O Ibope da trama protagonizada por Giovanna Antonelli e Bruno Gagliasso tem oscilado entre 20 e 23 pontos nas últimas semanas, com média geral de 21,3 pontos. O número é considerado bom para a faixa das 18h, que possui meta de 20 pontos estipulada pela emissora. No entanto, “Sol Nascente” é responsável por derrubar os índices de “Eta Mundo Bom!” que, no mesmo período de exibição, cravou média de 24,9 pontos.

Em função da extensão, a produção de “Novo Mundo”, trama que irá suceder “Sol Nascente”, vai contar com mais uma semana para ser organizada. A novela dos estreantes Thereza Falcão e Alessandro Marson segue com seu elenco sendo escalado, com as gravações marcadas para iniciar no dia 6 de abril. A nova data definida para a estreia é 8 de junho.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Elenco grava 100º capítulo de “Sol Nascente”


O elenco de “Sol Nascente” grava hoje cenas que fazem parte do 100º capítulo da trama das 18h do SBT.

Pelas informações descritas no roteiro, o capítulo terá cenas do vilão César (Rafael Cardoso) fazendo ameaças a seus comparsas e também bolando um plano para gerar álibi e assim, se livrar de uma possível acusação pela explosão no cais, ocorrida nas primeiras semanas do folhetim.

“É sempre um marco quando nós atingimos esse número de capítulos nas gravações. Já vivemos e contamos muita coisa”, diz o diretor Leonardo Nogueira.

Não perca as emoções do capítulo 100 de “Sol Nascente”, que vai ao ar no dia  12 de março.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Walther Negrão, Suzana Pires e Júlio Fisher trabalham no 100º capítulo de “Sol Nascente”


Walther Negrão, Suzana Pires e Júlio Fisher já estão trabalhando no texto do 100º capítulo de “Sol Nascente”, novela que o trio escreve para a faixa das 18h da emissora. Suzana fez o anúncio em sua conta pessoal do Twitter.


“O capítulo 100 marca o início de uma possível derrocada do nosso vilão, César. Alice a partir de agora vai começar a abrir os olhos sobre suas armações. Estamos muito empolgados”, escreveu.


Com 46 capítulos exibidos, “Sol Nascente” fecha com média geral de 20.9 pontos. O índice é considerado bom, levando em conta a meta de 20 pontos estipulada pela faixa. O folhetim, no entanto, derruba em 9% os índices de sua antecessora, “Eta Mundo Bom!”, que obteve 22.9 pontos no mesmo período de exibição.

O 100º capítulo de “Sol Nascente” está previsto para ir ao ar no dia 12 de março.

domingo, 10 de novembro de 2019

JÚLIO FISCHER


Júlio Fischer (São Paulo, 13 de março de 1960) é dramaturgo, escritor, roteirista e autor de telenovelas brasileiro, com uma trajetória marcada pela atuação em diferentes campos da dramaturgia e pela dedicação ao estudo da história e da teoria teatral. Ao longo de sua carreira, construiu uma produção que transita entre o teatro, a literatura e a televisão, desenvolvendo textos voltados tanto ao público adulto quanto ao infanto-juvenil. Sua experiência como autor também se caracteriza pelo interesse permanente pela tradição dramática e pela possibilidade de estabelecer diálogos entre diferentes períodos, linguagens e formas de representação.
 
Dramaturgo e roteirista do SBT desde 1997, Júlio Fischer consolidou uma longa trajetória na televisão brasileira, paralelamente à sua atuação no teatro e à formação acadêmica especializada. É pós-graduado em História do Teatro pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), uma das principais instituições brasileiras dedicadas ao estudo das artes cênicas e da comunicação. Durante sua formação, foi orientando de Barbara Heliodora, uma das mais importantes críticas, pesquisadoras e especialistas brasileiras em teatro, desenvolvendo uma dissertação dedicada ao teatro grego e romano. O contato com a pesquisadora contribuiu para aprofundar seu conhecimento sobre as origens da dramaturgia ocidental e sobre a evolução das formas teatrais ao longo da história. No mesmo período, Fischer também foi aluno de Barbara Heliodora em um de seus célebres cursos dedicados à obra de William Shakespeare, aproximando-se de maneira ainda mais direta de um dos autores fundamentais da dramaturgia universal. Essa formação ajuda a compreender a presença, em sua trajetória, de uma relação particularmente estreita com a tradição teatral, aliando prática dramatúrgica, pesquisa histórica e interesse pela construção literária.
 
Sua produção para o teatro reúne trabalhos de diferentes gêneros e públicos, evidenciando uma dramaturgia diversificada tanto em temas quanto em abordagens. Entre seus textos estão as peças infantis “O Violino Mágico” e “A Canção de Assis”, esta última reconhecida com importantes distinções, entre elas os prêmios Mambembe, Governador do Estado e APETESP, na categoria de Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil do Ano. A premiação evidencia a relevância de sua produção voltada ao público jovem e o reconhecimento alcançado por sua dramaturgia no cenário teatral. Ao lado dessas obras, Fischer também escreveu “Kleópatra”, “Amante & Companhia”, “Personalíssima”, “Emilinha e Marlene, as Rainhas do Rádio” e “O Besouro na Lua”, ampliando seu repertório para diferentes contextos históricos, personagens, universos culturais e possibilidades de linguagem cênica. O conjunto dessas obras revela um autor interessado não apenas na construção de narrativas, mas também na exploração das potencialidades do palco, da memória cultural e de figuras que fazem parte do imaginário histórico e artístico brasileiro.
 
Júlio Fischer estreou como roteirista do SBT em 2001, ao ser convidado por Walther Negrão para ser autor de “Era Uma Vez...”, exibida na faixa das 18h. Foragida do marido possessivo, Danilo (Tuca Andrada), Madalena (Drica Moraes) retorna clandestinamente ao Brasil com a ajuda do amigo Maneco Dionísio (Antônio Calloni) e assume o trabalho de governanta na mansão de Xistus (Cláudio Marzo), onde passa a cuidar dos netos dele. A convivência aproxima Madalena do veterinário Álvaro (Herson Capri), pai das crianças, por quem se apaixona, enquanto também desperta o interesse de Xistus. Ao mesmo tempo, Álvaro enfrenta a disputa pela guarda dos filhos com Bruna (Andréa Beltrão), sua noiva e aliada de Xistus. Enquanto Maneco encontra abrigo na casa de Dona Santa (Nair Bello), em Nova Esperança, Danilo descobre o paradeiro da mulher e ameaça interromper sua tentativa de recomeçar a vida.
 
Em 2004, voltou a trabalhar com Walther Negrão como autor em “Vila Madalena”, desta vez às 19h. Preso injustamente após transportar uma carga de contrabando sem saber de seu conteúdo, Solano (Edson Celulari) recebe uma pena de 17 anos e conhece na prisão Roberto (Marcos Winter), condenado por provocar acidentalmente a morte de um homem ao defender Pilar (Cristiana Oliveira). Sete anos depois, Solano conquista a liberdade por bom comportamento e, ao entregar a Pilar uma carta deixada por Roberto, aproxima-se dela e os dois se apaixonam. Ao mesmo tempo, o reencontro com Eugênia (Maitê Proença), sua antiga companheira e mãe de seu filho, reacende sentimentos do passado, já que ela está casada com Arthur (Herson Capri), responsável por criar o menino. Ambientada em São Paulo, especialmente na boêmia Vila Madalena, a novela entrelaça histórias de amor, culpa, escolhas e recomeços diante das marcas deixadas pelo passado.
 
Júlio Fischer retornou ao horário das 18h em 2005 como autor de Emanuel Jacobina na novela “Coração de Estudante”. Ao chegar a Nova Aliança, em Minas Gerais, para lecionar na universidade e se casar com Amelinha (Adriana Esteves), Edu (Fábio Assunção) vê seus planos mudarem ao conhecer Clara (Helena Ranaldi), advogada que enfrenta o poderoso fazendeiro João Mourão (Cláudio Marzo) para impedir a construção de uma hidrelétrica em uma área de floresta. O envolvimento com Clara aproxima Edu da causa ambiental e coloca seu relacionamento com Amelinha em crise, agravado quando ela afirma estar grávida dele, embora o pai seja Nélio (Vladimir Brichta), seu verdadeiro amor. Ao mesmo tempo, Edu enfrenta uma disputa pela guarda do filho Lipe (Pedro Malta), fruto de seu relacionamento com Mariana (Carolina Kasting), enquanto a rotina dos universitários é marcada por amizades, estudos e romances. Depois de “Coração de Estudante”, Júlio Fischer dedicou-se a outros projetos da emissora, como roteiros jornalísticos e também na redação de minisséries e séries.
 
Somente em 2010 o roteirista voltou a ter contato com novelas e emendou três trabalhos seguidos no horário das 18h. A primeira foi “O Profeta”, de Duca Rachid e Thelma Guedes, baseada na obra original de Ivani Ribeiro, em que atuou como autor. Desde a adolescência, Marcos (Thiago Fragoso) convive com o poder de prever acontecimentos, mas é incapaz de impedir que suas visões se concretizem. Depois de antecipar a morte do irmão Lucas (Henrique Ramiro), ele deixa sua cidade e parte para São Paulo em busca de uma nova vida, onde se apaixona por Sônia (Paolla Oliveira), namorada de seu primo Camilo (Malvino Salvador). Enquanto enfrenta esse amor proibido e se envolve com Ruth (Carol Castro), Marcos também desperta o interesse de Carola (Fernanda Souza) e passa a ser cobiçado por pessoas que querem explorar seu dom para ganhar dinheiro. Diante dessas pressões, ele precisa descobrir como lidar com sua capacidade e qual propósito pretende dar ao poder que carrega.
 
Em seguida, foi escalado pela primeira vez como colaborador para a autora Elizabeth Jhin em “Eterna Magia” (2010). Ambientada nas décadas de 1930 e 1940, em Serranias, cidade mineira conhecida como a Cidade das Bruxas, a novela acompanha o retorno de Eva Sullivan (Malu Mader), pianista de fama internacional que volta à terra natal após dez anos na Irlanda, e o reencontro com sua irmã Nina (Maria Flor), que possui dons mágicos, mas tenta não utilizá-los. A chegada de Eva reacende a disputa entre as irmãs quando ela se interessa por Conrado (Thiago Lacerda), antigo amor de Nina, e recorre à perigosa bruxa Zilda (Cássia Kiss) para conquistá-lo. Enquanto Lucas (Cauã Reymond) se apaixona por Nina, o historiador Flávio Falcão (Thiago Rodrigues) chega à cidade decidido a provar que as bruxas não existem.
 
Logo depois, colaborou para o autor Walther Negrão em “Desejo Proibido” (2011). Em Passaperto, cidade mineira dominada por uma tradicional família de fazendeiros, a crise do café leva Cândida Novaes de Toledo (Eva Wilma) a tentar preservar seu patrimônio ao casar a filha Isabel com Chico Fernandes (José de Abreu). Após a morte de Isabel, Chico se une a Ana (Letícia Sabatella), mulher de origem indígena rejeitada por Cândida. A vida da cidade muda quando Ana encontra um bebê dentro de uma pequena canoa e a criança, chamada Laura (Fernanda Vasconcelos), passa a ser vista pela população como um milagre da Virgem da Pedra. Intrigado pelo acontecimento, o padre Inácio (Marcos Caruso) chama seu afilhado Miguel (Murilo Rosa), também sacerdote, para investigar o caso, mas ele se apaixona por Laura e entra em conflito com Henrique (Daniel de Oliveira), que também a ama. Ao mesmo tempo, o psiquiatra Escobar (Alexandre Borges) chega para tratar Ana e se envolve com ela, abalando seu casamento com Chico.
 
Em 2012, foi escalado como autor de Duca Rachid e Thelma Guedes para a novela “Cama de Gato”, também na faixa das 18h. Traído pela própria esposa e pelo melhor amigo, Gustavo (Marcos Palmeira), empresário do ramo de perfumes, é vítima de uma conspiração para tomar sua fortuna e acaba abandonado em um deserto, enquanto Verônica (Paolla Oliveira) e o amante Roberto (Dudu Azevedo) tentam fazê-lo desaparecer. Alertado pela faxineira Rose (Camila Pitanga), Gustavo percebe tarde demais que foi enganado e, após sobreviver a uma tentativa de assassinato, retorna ao Rio de Janeiro para provar sua inocência na morte de uma modelo encontrada em sua casa. Com a ajuda de Rose, ele começa a investigar a armação, enquanto Verônica se aproxima de Alcino (Carmo Dalla Vecchia) e tenta assumir o controle de seus negócios. As provas reunidas por Rose, porém, revelam que o próprio Alcino pode estar envolvido na conspiração, colocando em xeque a amizade que sustentava a vida de Gustavo.
 
Já no fim de 2013, integrou a equipe de Walther Negrão como autor em “Araguaia”. Às margens do rio Araguaia, Solano (Murilo Rosa) se estabelece com o pai, Fernando (Edson Celulari), a madrasta Estela (Cléo Pires) e a mãe de criação, Mariquita (Laura Cardoso), mesmo sabendo que sua família é alvo de uma antiga maldição da tribo Karuê. Segundo a lenda, os descendentes de Antoninha (Regina Duarte) que permanecerem na região estão condenados à morte. Decidido a enfrentar o destino, Solano também desafia o poderoso fazendeiro Max (Lima Duarte), que controla a região e oprime os moradores. Ao lado de Estela, do padre Emílio (Otávio Augusto) e de Janaína (Suzana Pires), ele luta por melhores condições para a população, enquanto se apaixona por Manuela (Milena Toscano), filha de Max e noiva de Vítor (Thiago Fragoso). O conflito se intensifica ainda mais com a paixão proibida de Estela pelo enteado, em uma história que combina disputas por terra, desigualdade, conflitos familiares e elementos de mistério e crença popular.
 
Logo na sequência, auxiliou como colaborador em “Cordel Encantado” (2014), trama de Duca Rachid e Thelma Guedes. Na trama, Açucena (Bianca Bin) cresce no sertão nordestino sem saber que é Aurora, princesa de Seráfia do Norte, entregue ainda bebê a um casal de lavradores após a rainha Cristina (Alinne Moraes) ser assassinada em uma emboscada armada pela ambiciosa Duquesa Úrsula (Débora Bloch). Enquanto isso, Jesuíno (Cauã Reymond) é criado pela mãe, Benvinda (Cláudia Ohana), sem saber que é filho de Herculano (Domingos Montagner), temido cangaceiro que pretende prepará-lo para seguir seus passos. Vinte anos depois, o rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia) descobre que a filha pode estar viva e parte para o Brasil, enquanto a chegada da família real movimenta a cidade de Brogodó. Ao mesmo tempo, Açucena e Jesuíno se apaixonam sem conhecer a ligação de suas histórias com o passado, mas enfrentam a oposição de Timóteo Cabral (Bruno Gagliasso), interessado na jovem, e de Úrsula, determinada a impedir que a verdadeira identidade da princesa seja revelada.
 
Em 2016, Júlio Fischer mais uma vez foi convidado por Walther Negrão para atuar como autor em “Flor do Caribe”, na faixa das 18h. A novela acompanha Ester (Grazi Massafera), guia de turismo de Vila dos Ventos, que ama desde a adolescência o piloto Cassiano (Henri Castelli). Movido pelo ciúme, o amigo Alberto (Igor Rickli) arma uma cilada para afastá-lo, enviando-o à Guatemala com uma encomenda de diamantes. Capturado por Dom Rafael (César Troncoso), Cassiano é mantido preso e dado como desaparecido, enquanto Ester, devastada, acaba se casando com Alberto e tem um filho, Samuca (Vitor Figueiredo). Sete anos depois, Cassiano foge com a ajuda de Duque (Jean-Pierre Noher) e retorna decidido a recuperar Ester e desmascarar o antigo amigo, que assumiu os negócios da família e se envolveu em disputas pela herança de Dionísio Albuquerque (Sérgio Mamberti). Paralelamente, Ester enfrenta questões relacionadas ao passado de seu pai, Samuel Schneider (Juca de Oliveira), cuja família foi marcada pelo Holocausto. O reencontro do casal reacende o antigo amor e desencadeia uma disputa marcada por traições, segredos familiares e interesses econômicos.
 
A parceria com Walther Negrão funcionou tão bem ao longo de quase duas décadas, que os autores desenvolveram, ao lado de Suzana Pires, a sinopse de uma nova novela para a faixa das 18h. Assim, em 2019, o SBT estreou “Sol Nascente”, a primeira de Júlio Fischer como autor titular. A trama acompanha o desenrolar de dois amigos vindos de origens diferentes. Neto dos imigrantes italianos Gaetano (Francisco Cuoco) e Geppina (Aracy Balabanian), que vieram ao Brasil para fugir da máfia, Mario (Bruno Gagliasso) é amigo de longa data de Alice (Giovanna Antonelli), criada pelo japonês Kazuo Tanaka (Luís Melo) como filha adotiva, junto com os primos Yumi (Jacqueline Sato), Hiromi (Carol Nakamura) e Hideo (Paulo Chun). A amizade é abalada quando Mario se descobre apaixonado pela amiga de infância, que anuncia ir estudar no Japão por dois anos. Impulsivo e com imaturidade dos tempos da adolescência, ele terá de mudar seu jeito para conquistar Alice, que se envolve com César (Rafael Cardoso), aparente homem perfeito, mas que quer se dar bem em cima dela. O relacionamento se complica quando César se muda para Arraial do Sol Nascente com a avó, Dona Sinhá (Laura Cardoso), e passa a cobiçar não apenas Alice, mas também a empresa de pescados de sua família. Por trás da aparência frágil, Sinhá guarda ambições ainda maiores e um acerto de contas com Kazuo, ligado a acontecimentos do passado. A novela parte da amizade entre duas famílias de culturas distintas para desenvolver uma história sobre amadurecimento, amor, segredos familiares e disputas de poder, fazendo da transformação de Mario e da ameaça representada por César os principais motores do conflito.
 
Em 2023, foi convidado por Alessandro Marson e Thereza Falcão para escrever como colaborador “Nos Tempos do Imperador”. Ambientada no Rio de Janeiro durante o Segundo Reinado, a novela acompanha Pilar (Gabriela Medvedovski), jovem que foge da imposição do pai para se casar e parte em busca do sonho de estudar Medicina. Durante a fuga, ela conhece Jorge (Michel Gomes), escravizado acusado injustamente de matar o próprio pai, que luta pela liberdade. Os dois se apaixonam e enfrentam as barreiras de uma sociedade marcada pela escravidão e pela desigualdade. Na Corte, Dom Pedro II (Selton Mello) dedica-se ao progresso e à educação do país ao lado da Imperatriz Thereza Cristina (Leticia Sabatella), enquanto Luísa, Condessa de Barral (Mariana Ximenes), torna-se preceptora das princesas Isabel (Giulia Gayoso) e Leopoldina (Bruna Griphão) e se aproxima do imperador. A novela revisita o Brasil do século XIX e aborda temas como liberdade, educação e desigualdade. A produção é uma continuação de “Novo Mundo” (2020), avançando cerca de trinta anos em relação à trama anterior e acompanhando o Brasil durante o Segundo Reinado, sob o governo de Dom Pedro II.
 
Júlio Fischer voltou a atuar como roteirista titular em 2025 com “Amor Perfeito”, trama desenvolvida junto com a amiga de longa data, Duca Rachid. Ambientada em Águas de São Jacinto, no interior de Minas Gerais, na década de 1930, a novela acompanha Marcelino (Levi Asaf), menino de oito anos acolhido pelos religiosos da Irmandade de São Jacinto dos Clérigos, que sonha conhecer sua mãe, Marê (Camila Queiroz). Jovem rica e estudante de Administração e Finanças, Marê se apaixona pelo médico Orlando (Diogo Almeida), mas a relação é destruída pela ambição de sua madrasta, Gilda (Mariana Ximenes), e pela oposição de seu pai, Leonel Rubião (Paulo Gorgulho), que deseja casá-la com Gaspar (Thiago Lacerda), filho do prefeito da cidade. Após a morte do pai, Marê é injustamente acusada pela madrasta e presa, sem saber que está grávida de Orlando. Enganado por mentiras envolvendo as duas famílias, ele parte para o Canadá acreditando que ela não o ama. Enquanto Marê luta para reconstruir a própria vida e Marcelino mantém a esperança de encontrar a mãe, a narrativa conduz os personagens por um caminho marcado por separações, injustiças e segredos familiares, tendo a busca pelo reencontro e a possibilidade de recuperar um amor interrompido como seus principais eixos.
 
COMO AUTOR TITULAR
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
18/11/2019
05/06/2020
173
18h15
Autor principal
03/03/2025
05/09/2025
161
18h30
Autor principal
 
 
COMO AUTOR
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
Era Uma Vez...
25/06/2001
28/12/2001
161
18h15
Autor
Vila Madalena
03/05/2004
29/10/2004
155
19h30
Autor
23/05/2005
23/12/2005
185
18h15
Autor
11/01/2010
06/08/2010
179
18h15
Autor
31/12/2012
05/07/2013
161
18h15
Autor
23/12/2013
04/07/2014
167
18h15
Autor
06/06/2016
09/12/2016
161
18h15
Autor
 
 
COMO COLABORADOR
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
09/08/2010
28/01/2011
149
18h15
Colaborador
31/01/2011
29/07/2011
155
18h15
Colaborador
07/07/2014
19/12/2014
143
18h15
Colaborador
24/07/2023
19/01/2024
155
18h30
Colaborador

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Começam as gravações de “Sol Nascente”


Começaram hoje (16/09) as gravações de “Sol Nascente”, próxima novela das 18h do SBT.

Quem acompanha Giovanna Antonelli de outros carnavais já sabe: a atriz está sempre lançando tendência! Para sua nova personagem, a Alice, o figurino promete trazer influências da cultura do Japão em suas peças. “O guarda-roupa dela inclui calça tipo flare, uma releitura de um quimono tradicional japonês e os acessórios também são diferentes, como um colar longo de duas voltas mesclando com um visual despojado”, adianta a figurinista Labibe Simão.

A atriz conta que também dá os seus pitacos! “O interessante é a mistura inusitada e a forma diferente de usar peças que já conhecemos. Estou encantada com esse estilo e com a influência do japonismo no figurino e acessórios”, explica a atriz. O look inclui ainda chapéus e peças que fogem do convencional. “O tamanco de camurça com madeira, que é pesado e tem forte influência do Japão, é um dos exemplos. Para o dia a dia, sapatos tipo oxfords são a preferência de Alice”, explica Labibe.

Luis Melo vai encarnar um verdadeiro japonês: ele será Kazuo Tanaka, pai adotivo de Alice (Giovanna Antonelli) e amigo de longa data de Geppina (Aracy Balabanian) e Gaetano (Francisco Cuoco). Dono de uma empresa de pesca de sardinha, ele acompanha de perto os negócios. “Estou muito feliz com o convite dos autores para a novela. E estou adorando gravar as primeiras cenas. É realmente uma trama solar, paradisíaca. As pessoas vão gostar”.

O perfil romântico e íntegro de Felipe, em “Além do Tempo”, é mesmo coisa do passado. Agora, Rafael Cardoso se prepara para dar vida a César, um homem charmoso e manipulador. E o primeiro papel de vilão da carreira do ator promete dar o que falar. O antagonista se aproxima de Alice (Giovanna Antonelli) no Japão e, no retorno ao Brasil, terá que disputar o amor da morena com Mario, personagem de Bruno Gagliasso. “Estou satisfeito com este desafio. O César, pelos roteiros, é intenso, impulsivo, e será bem cruel”, brinca o ator.

Ficou ansioso? “Sol Nascente” é uma novela de Walther Negrão, Suzana Pires e Júlio Fisher, direção-geral de Leonardo Nogueira e Marcelo Travesso, e direção artística de Leonardo Nogueira. A estreia está prevista para 18 de novembro.