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segunda-feira, 4 de julho de 2022

“A Favorita” será reprisada a partir de agosto no SBT


A direção de dramaturgia do SBT já escalou a substituta para “Ti Ti Ti” na faixa das 15h30 do “Vale a Pena Ver de Novo”. A partir do dia 22 de agosto, a enigmática “A Favorita” está de volta à programação da emissora.
 
Escrita por João Emanuel Carneiro, com direção artística de Ricardo Waddington, o folhetim foi originalmente exibido na faixa das 21h entre 2 de março e 16 de outubro de 2015, em 197 capítulos, e foi considerada um grande sucesso.
 
Novela contemporânea ambientada em São Paulo, “A Favorita” apresenta como trama central a rivalidade entre Flora (Patrícia Pillar) e Donatela (Claudia Raia), antigas parceiras da fictícia dupla sertaneja Faísca e Espoleta. Após cumprir uma pena de 18 anos de reclusão pelo assassinato de Marcelo Fontini (Flavio Tolezani), o marido de Donatela, Flora deixa a prisão disposta a provar a sua inocência, acusando a ex-parceira de ter cometido o crime. Ao mesmo tempo, quer se reaproximar da filha Lara (Mariana Ximenes), criada pela rival, fruto de um relacionamento com Marcelo, de quem se tornara amante.
 
Lara é a única herdeira de um império de papel e celulose e está no centro da disputa entre as duas personagens. Uma das grandes novidades desta produção é a indefinição sobre os papéis de vilã e mocinha da história. Afinal, qual das duas estaria falando a verdade? Flora foi presa com base no depoimento da manicure Cilene (Elizangela), que afirmou ter presenciado o crime.
 
A ex-presidiária, porém, garante que foi vítima de uma farsa armada por Donatela, a quem acusa de estar interessada na fortuna da família Fontini. Segundo Flora, Donatela teria comprado a cooperação de Cilene e do Dr. Salvatore (Walmor Chagas) – médico que prestou socorro a Marcelo – para mandá-la para a cadeia e fazê-la pagar injustamente por um delito que não cometeu. Foi com a ajuda de Donatela, por exemplo, que Cilene conseguiu montar seu próprio negócio: além de usar seus dons de vidente, ela mora em uma casa onde abriga meninas que agencia para servir como acompanhantes.
 
A história de Donatela e Flora remonta à infância das duas. Elas cresceram como irmãs, pois Donatela perdeu os pais num acidente e foi adotada pela família de Flora. Ambas tinham vocação para o canto. Quando começaram a chamar a atenção apresentando-se em escolas e clubes foram descobertas pelo empresário Silveirinha (Ary Fontoura), um caça-talentos que levou a dupla Faísca & Espoleta para excursionar pelo Brasil afora. Silveirinha foi um misto de pai e carrasco: explorava as garotas, ficando com boa parte do cachê que recebiam, e lhes dava comida e proteção. A dupla chegou a fazer razoável sucesso, mas a carreira foi interrompida após uma turnê em que as duas conheceram os amigos Marcelo e Dodi (Murilo Benício), de quem se tornaram noivas. Donatela se casou com Marcelo, filho do poderoso Gonçalo Fontini (Mauro Mendonça), dono de uma indústria de papel e celulose. Flora virou esposa de Dodi, rapaz de origem pobre, que trabalhava na firma do pai do amigo.
 
A felicidade de Donatela e Marcelo durou pouco. O primeiro filho do casal, Mateus, foi sequestrado com seis meses de idade e nunca mais apareceu. Desde então, os dois passaram a se desentender com frequência. Flora, por sua vez, separou-se de Dodi e, algum tempo depois, teve um caso com Marcelo, de quem engravidou, dando à luz Lara, o que agravou a crise entre Donatela e Marcelo e, principalmente, entre as duas amigas. No auge da crise, Marcelo é assassinado, e Flora presa em flagrante. Lara, na época, tinha três anos de idade. Donatela afirma que o desejo de Flora, na verdade, sempre foi pegar o seu lugar. Ela defende que Flora se casou com Dodi só para poder ficar perto dela e de Marcelo e atrapalhar seu casamento. Quando percebeu que Marcelo nunca iria se separar, resolveu matá-lo. Segundo Donatela, Flora premeditou o assassinato, mas as coisas não saíram como o previsto.
 
A saída de Flora da prisão detona uma série de mudanças na vida dos Fontini.
 
Estreia: 22 de agosto, às 15h30.

quarta-feira, 29 de junho de 2022

João Emanuel Carneiro dá detalhes sobre “A Regra do Jogo”


Normalmente a ideia de uma nova novela nasce quando João Emanuel Carneiro está em plena produção de outra obra, que ainda está no ar. Para ele, a medida da qualidade de seu trabalho começa por si mesmo. Ele precisa gostar do que está fazendo. Caso contrário, será difícil agradar o público. João é fã do gênero policial e essa novela traz isso em sua essência.
 
A Regra do Jogo” é a sua terceira novela no horário das nove. A primeira foi “A Favorita” (2015), que antecedeu o fenômeno “Avenida Brasil” (2019), vendida para mais de 130 países e vencedora de diversos prêmios como os de televisão dos veículos Extra, Quem e Contigo!, além de do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e tantos outros. “Avenida Brasil” foi também o primeiro encontro com a diretora Amora Mautner.
 
João escreveu duas tramas das sete: “Da Cor do Pecado” (2008) e “Cobras e Lagartos” (2010). Foi o autor da série “A Cura” (2010) e supervisionou outras obras de dramaturgia. O trabalho no SBT começou em 2006, como colaborador de “Desejos de Mulher”.
 
Ele é dono de uma carreira premiada e consistente no cinema, como roteirista de obras autorais ou adaptações. São dele os roteiros de “Central do Brasil” (1998), “Orfeu” (1999), “A Partilha” (2001), “Deus é Brasileiro” (2003), “Cristina quer Casar” (2003), “A Dona da História” (2004) e “Redentor” (2004). João Emanuel também já atuou como diretor de dois filmes: “Zero a Zero” (1991) e “Pão de Açúcar” (1994).
 
De onde veio a sua inspiração para escrever essa história? Você acredita que exista o bem e o mal?
“Sim, acredito. Mas ‘A Regra do Jogo’ nasceu de um personagem, do Romero Rômulo. A ideia de fazer esse homem veio da minha mãe, que sempre disse que eu precisava escrever a história de um santo. Ela era muito católica. A minha mãe morreu faz pouco tempo e eu pensei em realizar esse seu desejo. Fiz um santo, mas um santo torto. Afinal, ele é alguém que gosta da ideia de ser bom.”
 
Esta novela se divide entre o asfalto e o Morro da Macaca. A explicação para essa comunidade é de um lugar que não existe, um lugar idealizado. O que isso quer dizer?
“A ideia que eu tive há muito tempo foi fazer deste morro uma brincadeira, uma licença poética de ser uma ficção científica... Um morro que deu certo na zona sul do Rio de Janeiro. Os personagens mais emblemáticos desta história são Rui e Tina, interpretados por Bruno Mazzeo e Monique Alfradique. São dois personagens de classe média, que moram na zona sul e se apaixonam pela ideia de viver ‘la vida loca’. Não ter carro e não pagar IPTU, IPVA. É a aventura de classe média na favela. É essa a ideia central que eu quero mostrar. Aqui, as pessoas estão indo para o morro, o morro ideal. É uma comunidade que está se transformando. É um pouco esse espelho desta ‘nação em transe’. Eu vejo que as classes sociais, aqui no Rio, estão se amalgamando, estão trocando de lugar. A diferença entre a classe média e o habitante da comunidade já não é mais tão avassaladora. Há uma troca muito maior hoje em dia. E nesse morro que eu criei é possível encontrar vários personagens, cada um vivendo a sua vida. Eu não tenho nenhum compromisso sociológico. É dramaturgia.”
 
Você já visitou o Morro da Macaca erguido no estúdio MG4? O que você achou?
“Sim! Estou maravilhado. É um choque ver o que você imaginou na sua cabeça existindo de verdade. Alguns cenários são exatamente como eu imaginava.”
 
Além dos cenários, os personagens também povoam a sua imaginação. Como está sendo o casamento entre esses personagens e o elenco escalado?
“Temos um ‘dream team’. Não escrevo exatamente pensando nos atores. Eu preciso de um tempo para entender quem vai vestir aqueles personagens. O teste que eu e Amora fazemos é muito bom para isso. Eu acho que muitas vezes o que se faz é teste com o elenco no ar. Mas não foi o que aconteceu aqui. Houve um processo antes da novela começar a gravar, ficamos um tempo discutindo o elenco, vendo os atores...”
 
Você costuma costurar suas tramas com humor. Isso se repetirá? Afinal, ‘A Regra do Jogo’ tem uma pegada de romance policial.
“Eu sou fã deste gênero, do romance policial. Mas tem de tudo na novela e o humor está sim, muito presente. Adisabeba, vivida por Susana Vieira, é uma personagem muito importante. É emblemática na história porque é a cara do morro, ela é a dona do morro. Ela faz a ligação entre o cômico e o dramático da novela. Ela joga nas 11. É carismática, uma vencedora. Empreendedora e politicamente incorreta. No asfalto, com a família do Feliciano, faço uma crônica de um Rio de Janeiro onde todo mundo quer ser famoso, quer fazer tudo, menos trabalhar.”
 
O que você pode adiantar sobre a trilha sonora?
“É uma mistura com Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Elvis Presley, Fafá de Belém, Do Passinho, Ana Carolina...”
 
Como é sua parceria com a Amora Mautner. Em Avenida Brasil, o resultado foi muito bem-sucedido. Por quê?
“A Amora tem uma leitura perfeita do meu texto. Nós falamos a mesma língua artisticamente e enxergamos a mesma coisa. Isso facilita muito. E isso se refere também à coloquialidade das cenas, uma sujeira bem-vinda dos atores. Há uma verdade. A gente já se entendeu em ‘Avenida Brasil’ e está repetindo aqui. Acho também que o ritmo que ela dá para as cenas é o ritmo que eu imagino. Para mim é muito importante que a cena tenha fluidez. Eu não gosto de cena lenta, quando o personagem fala muito devagar. Só em determinados casos, em raríssimos casos.”
 
A Regra do Jogo” estreia nesta segunda-feira (4) às 21h30.

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Gravações de “A Regra do Jogo” são iniciadas


Após várias semanas de trabalho, que envolveram especialmente a criação de cenários e a construção dos personagens, a leitura de capítulos e a preparação do elenco, a nova novela das nove do SBT começa a tomar forma. As gravações de “A Regra do Jogo” foram iniciadas hoje (2), em locações externas no Rio de Janeiro, cidade que ambienta a história escrita por João Emanuel Carneiro. A trama será contada de forma realista e isso está sendo colocado em prática na maneira como a diretora artística, Amora Mautner, e sua equipe de diretores estão conduzindo todas as cenas. Novidades técnicas e um olhar moderno e único na interação entre os atores vão ajudar a estabelecer uma relação ainda mais íntima com o público, como um convite para que ele chegue ainda mais perto da trama.
 
Sequências de ação, cenas que emocionam e fazem rir, diálogos reveladores, encontros surpreendentes e imagens estonteantes. É o que se espera dos primeiros meses de gravações antes do lançamento. Alexandre Nero, Giovanna Antonelli, Vanessa Giácomo, Tony Ramos, Marco Pigossi, Du Moscovis, João Baldasserini, Bárbara Paz e Renata Sorrah são alguns dos atores que já começaram a gravar. A trama, que tem no suspense, no amor e no humor seus pontos fortes, é contemporânea, o que pode ser observado também nos figurinos. Atena, personagem de Giovanna Antonelli, aposta em peças de grifes e em roupas de boa qualidade. Basta bater o olho para saber que ela gosta do que é bom e do que custa caro. Já a exuberante Adisabeba, vivida por Susana Vieira, traz em seu figurino muita cor e sensualidade.
 
Na cenografia não é diferente. Os cenários são bastante críveis. O Morro da Macaca é um lugar ideal, nascido da imaginação do autor e concretizado aos moldes de um mix de comunidades que existem no Brasil e mundo afora, como Itália e Grécia. A construção tem um pé na realidade, com casas de alvenaria e ruelas.
              
A história
 
Assaltar um banco é perdoável? E furar a fila do mercado?  E comprar produtos sem pagar impostos?
 
O tema em questão é: qual a sua regra nesse jogo? Qual o limite entre o certo e o errado, entre o bem e o mal? Antes de responder essas perguntas, é importante refletir sobre o que define o caráter de uma pessoa. Há quem diga que o indivíduo é fruto do meio onde vive. Tem os que defendem que a índole é o que rege a maneira de ser, pensar e agir. Tem também aqueles que acreditam no poder do livre arbítrio. Em “A Regra do Jogo”, a trajetória dos personagens coloca à prova questões que envolvem, especialmente, a ética, os valores e os limites de cada um.
 
O protagonista dessa história é Romero Rômulo (Alexandre Nero). Por enquanto, basta saber que esse ex-vereador tem uma vida menos óbvia do que aparenta ser. Ele é um herói do povo, que se apresenta desta forma e faz por onde as pessoas acreditarem nisso. Nesta lista está seu filho adotivo, Dante (Marco Pigossi), policial que dedica ao pai uma confiança incondicional. A especialidade de Romero é reintegrar à sociedade pessoas marginalizadas, especialmente ex-criminosos. Romero é um homem de vida e hábitos simples, aparentemente...
Isso é o que se sabe, o que se vê. O carro não é dos melhores e o apartamento onde vive, na zona sul do Rio de Janeiro, é bem mais ou menos. É nesta região da cidade onde parte da trama acontece, onde há ricos, decadentes, honestos, deslumbrados e aqueles que, apenas, conseguem sobreviver. Atena (Giovanna Antonelli) é uma delas. Não é rica, mas quer ser. Para isso, faz uso da lei do menor esforço. É uma estelionatária. Gasta na medida em que rouba. Atena entra na vida de Romero quer ele queira ou não. Mas ela entra e fica.
 
O coração da novela pulsa lá no alto, no Morro da Macaca. Uma comunidade idealizada, um lugar que deu certo. Onde muita gente sente vontade de morar. Vem de lá os personagens que cruzam a vida de Romero. Ou melhor, gente que guarda em si a explicação para ele ser o que ele é. Tudo começa pela honesta e trabalhadora Tóia (Vanessa Giácomo). Os destinos dela e de Romero se encontram na delegacia. Ela, apesar de não ser criminosa, não foi presa injustamente. Ele, como não é novidade para ninguém, se apresenta como o benfeitor que garante a liberdade de Tóia. Manobra que sai caro para Djanira (Cássia Kis Magro), mãe de criação da jovem. É que Djanira é quem mais conhece Romero, talvez a única que saiba do que a sua essência é feita.
 
Djanira também criou Juliano (Cauã Reymond), que está envolvido até o pescoço nessas relações. Ele namora Tóia e não vê Romero com bons olhos. A indisposição entre os dois passa por questões pessoais e por Zé Maria (Tony Ramos), um homem que tem o paradeiro tão nebuloso quanto a sua ficha corrida. Foi Zé Maria quem pôs fim na amizade entre Djanira e Adisabeba (Susana Vieira), a rainha da comunidade, dona da maioria dos empreendimentos do Morro da Macaca, como a Caverna da Macaca. Trata-se da boate que ferve na noite carioca, onde o asfalto encontra o morro. O ponto de partida para o começo desta história.
 
 A Regra do Jogo” é a próxima novela das nove, escrita por João Emanuel Carneiro, com direção artística de Amora Mautner. A estreia está prevista para julho.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Amora Mautner será diretora artística de “Favela Chique”


O SBT realizou nesta quarta-feira (23), nos estúdios MG4, a coletiva de imprensa para “Favela Chique”, próxima novela das 21h. A emissora anunciou os nomes que compõe a principal equipe de produção da novela e deu alguns detalhes iniciais sobre a trama.
 
Autoria: João Emanuel Carneiro.
 
Colaboração: Alessandro Marson, Thereza Falcão, Antônio Prata, Cláudio Simões, Paula Amaral e Fábio Mendes..
 
Direção: Marcelo Travesso, Henrique Sauer, Enrique Diaz e Guto Arruda Botelho.
 
Direção geral: Amora Mautner, Joana Jabace e Paulo Silvestrini.
 
Direção artística: Amora Mautner, assumindo o cargo pela primeira vez. Seu último trabalho foi como diretora geral de “Avenida Brasil” (2019), também de João Emanuel Carneiro.
 
Favela Chique” discute o limite entre o bem e o mal, o certo e o errado. A história é contada a partir da trajetória de um bandido que finge ser um herói do povo e que se apaixona pela ideia de ser um homem bom. A estreia está prevista para agosto.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

“Favela Chique” é o título provisório da próxima novela das 21h


João Emanuel Carneiro anunciou hoje que o título provisório de sua próxima novela das 21h será “Favela Chique”.
 
“Um dos principais cenários da história é uma favela que será como uma favela do futuro. A ideia é criar uma favela que representa o que essas comunidades serão dentro de alguns anos, com lugares modernos, lojas e restaurantes refinados, em um contexto social bem diferente do tradicional e atual”, justificou o roteirista.
 
Favela Chique” tem estreia prevista para agosto.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

João Emanuel Carneiro entrega sinopse da próxima novela das 21h


A direção de dramaturgia do SBT já tem em mãos a sinopse da próxima novela das 21h, escrita por João Emanuel Carneiro.
 
“O bem contra o mal, paixões arrebatadoras, casais trocados. A trama gira em torno dos culpados pelo massacre praticado por uma facção criminosa. Um dos envolvidos é o nosso protagonista, um homem dúbio”, adianta Carneiro.
 
Previsão de estreia para agosto de 2022.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

“Cobras & Lagartos” ganha segunda reprise a partir de janeiro no SBT


A direção de dramaturgia do SBT definiu na manhã desta segunda-feira (23) a substituta de “Caras & Bocas” na faixa das 15h15 do “Vale a Pena Ver de Novo”: o sucesso “Cobras & Lagartos” está de volta para sua segunda reprise a partir do dia 11 de janeiro na tela da emissora.

Escrita por João Emanuel Carneiro, com direção artística de Wolf Maya, foi originalmente exibida entre 18 de outubro de 2010 e 13 de maio de 2011, em 179 capítulos, na faixa das 19h. Foi reprisada pela primeira vez entre 6 de outubro de 2014 e 16 de janeiro de 2015, em 89 capítulos, na faixa das 15h.

Contou com Mariana Ximenes, Carolina Dieckmann, Taís Araújo, Daniel de Oliveira, Henri Castelli, Lázaro Ramos, Francisco Cuoco, Eliane Giardini, Cássia Kis, Marília Pêra, Totia Meireles, Milton Gonçalves, Cléo Pires, Leonardo Miggiorin, Ângela Vieira, Otávio Augusto, Herson Capri e Nanda Costa nos papeis principais.

Omar Pasquim (Francisco Cuoco) é dono de uma grande loja de departamentos, a Luxus, que vende de tudo, de animais exóticos a aviões. O empresário sofre de uma doença que o matará em poucos meses. Ele sabe disso e teme que sua herança vá parar nas mãos de quem não a merece. De origem pobre, ele trabalhou duro a vida inteira para construir seu império.

Como não se casou nem teve filhos, Omar tem como herdeiros naturais a irmã Milu (Marília Pêra) e os sobrinhos Leona (Carolina Dieckmann), Tomás (Leonardo Miggiorin) e Bel (Mariana Ximenes). De todos, apenas Bel merece sua consideração, porque os outros não passam de parasitas interesseiros. O curioso é que sua sobrinha preferida vive às turras com ele porque o considera egoísta e avaro. E ela não se cansa de dizer que não quer nem um centavo de sua herança. Enquanto isso, os demais parentes de Omar, e até mesmo gente que não é de sua família, tramam os mais sórdidos planos para pôr as mãos em sua fortuna. Sabendo que está rodeado de cobras, e para conhecer direitinho as reais intenções de cada uma dessas pessoas, Omar se disfarça de faxineiro e as observa sem que elas saibam que o milionário está por perto.

Leona, além da cobiça pelo dinheiro do tio, é amante de Estevão (Henri Castelli), namorado de sua prima Bel. Porém, Bel terá seu amor disputado entre Estevão e o office-boy Daniel Miranda (Daniel de Oliveira), o Duda, integrante dos Lagartos Voadores, um grupo de motoboys que topa qualquer parada. Duda aproxima-se de Omar sem saber que ele é um rico empresário e é pra ele que o velho deixa parte de sua fortuna.

Outro Daniel Miranda, o Foguinho (Lázaro Ramos), é um malandro apaixonando por Ellen, vendedora da Luxus que só pensa em subir na vida. Por um golpe do destino, Foguinho acaba confundido com Duda quando o testamento de Omar vem a público, herda a herança e passa a ser bajulado por sua família interesseira e pela ardilosa Ellen (Taís Araújo). E acaba apaixonado por Bel.

Estreia: 11 de janeiro, às 15h15.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Terminam as gravações de “Avenida Brasil”


As gravações de “Avenida Brasil”, novela das 21h do SBT, foram concluídas na noite desta quarta-feira (17/07).

Para o diretor artístico Ricardo Waddington, um elemento especial foi o responsável pela identificação de um público tão diverso com a trama: a emoção. “Essa novela foi muito humana, de interpretações sinceras. Acho que isso faz com que qualquer universo seja comum a todos, do eclético ao corriqueiro”, diz. “Fizemos um trabalho enorme, uma pesquisa para encontrar uma estética forte o bastante, mas que não nos deixasse cair na armadilha do caricato em relação aos personagens”, finaliza.

Adriana Esteves estava muito animada e emocionada com o fim do trabalho realizado. “Estou mega feliz e doida para tomar minha cervejinha”, brincou a atriz, que foi muito aplaudida durante a gravação de suas cenas. “Sou eternamente grata ao João Emanuel Carneiro por ter me dado uma personagem tão rica e tão desafiadora. Estou marcada e Carminha ficará para sempre na minha memória. Foi recompensador”.

Marcello Novaes ressaltou a oportunidade de ter interpretado um personagem tão marcante em um momento especial de sua carreira. “Me sinto realizado, principalmente por estar fazendo 30 anos de carreira. Não esperava que fosse ser algo tão grandioso”, disse.

Vera Holtz confessou que não vai esquecer o impacto que novela teve no país. “A maior lembrança para mim é essa relação familiar. Foi uma novela que teve muito impacto na sociedade e ficamos pulsando juntos”, afirmou. Para Thiago Martins, a conquista foi de todos: “Foi um sucesso coletivo!”.

Também não faltaram elogios ao autor João Emanuel Carneiro. “O que mais me marcou foi o texto maravilhoso. A trama era muito boa. Foi um trabalho feliz”, disse Débora Bloch. Isis Valverde vai sentir saudades da novela. “Além de ser um sucesso nacional e boa de ver, a novela também foi ótima de se fazer!”, contou.

Uma marca de “Avenida Brasil” são os finais de cada capítulo, quando um personagem era congelado. Para Cauã Reymond, esse momento já está eternizado. “Não vou me esquecer dos carões congelados ao fim de cada capítulo, já estou até sentindo saudades antes do tempo”, confessou. Juca de Oliveira se sentiu privilegiado por ter trabalhado na novela. “Participar de uma trama que é um dos maiores sucessos em teledramaturgia foi um enorme prazer”, afirmou.

Com 176 capítulos exibidos, a trama de João Emanuel Carneiro fecha com média geral de 38.8 pontos, firmando-se como um grande sucesso para a faixa das 21h – o folhetim, no entanto, derruba em 0.8% os índices de “Fina Estampa” no mesmo período de exibição.

Não perca as emoções de “Avenida Brasil”, que termina nesta sexta-feira, 19 de julho.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

João Emanuel Carneiro conclui texto de “Avenida Brasil”


O autor João Emanuel Carneiro já finalizou e entregou o roteiro do último capítulo de “Avenida Brasil”, novela das 21h do SBT, ao diretor Ricardo Waddington.

Carneiro adianta: “Todos ficarão surpresos com o que preparei para a Carminha no último capítulo. Será um final cru, mas coerente com sua trajetória. Teremos também a revelação do ‘quem matou’, que vai aparecer na novela na penúltima semana”.

Com 160 capítulos exibidos, a trama fecha com média geral de 40.1 pontos, elevando em 2% os índices alcançados por “Fina Estampa” no mesmo período de exibição (39.4 pontos). Fora o pequeno crescimento, o folhetim possui uma grande repercussão nas redes sociais, além de estar acima da meta de 35 pontos estipulada pela emissora.

O desfecho de “Avenida Brasil” será exibido no dia 19 de julho, em um total de 179 capítulos. A próxima novela das 21h, “Salve Jorge”, escrita por Glória Perez, tem estreia confirmada para o dia 22 de julho.

quinta-feira, 28 de março de 2019

Elenco de “Avenida Brasil” grava 100º capítulo da trama


O elenco de “Avenida Brasil”, atual novela das 21h do SBT, está gravando hoje cenas que fazem parte do 100º capítulo da trama.

Na cena em questão (foto), depois de descobrir que foi enganada por Nina (Débora Falabella) e Betânia (Bianca Comparato), Carminha (Adriana Esteves) segue com Lúcio (Emiliano D’Avila) para o hotel onde Nilo (José de Abreu) está hospedado para confirmar sua suspeita. Sem rodeios, a megera tenta arrancar a verdade sobre a identidade de Rita. “A Nina é a Rita, não é?”, questiona.

Sem conseguir a confirmação de Nilo, ela começa a vasculhar o quarto e encontra uma foto de Nina dentro de um livro. “Traste maldito, demônio! Era você o tempo todo! Idiota, idiota que eu sou!”, grita Carminha possessa.

Elenco e equipe devem se reunir neste sábado (30/03) para comemorar a gravação e assistir juntos ao capítulo 84.

O 100º capítulo de “Avenida Brasil” vai ao ar no dia 18 de abril.

sexta-feira, 1 de março de 2019

João Emanuel Carneiro escreve 100º capítulo de “Avenida Brasil”


O autor João Emanuel Carneiro, que atualmente escreve a novela “Avenida Brasil” para o horário das 21h do SBT, comunicou em uma rede social que já trabalha no texto do 100º capítulo da trama e fez uma revelação que deixará os fãs do folhetim exaltados:

“É no 100º capítulo que Carminha finalmente irá descobrir que Nina é Rita, estou trabalhando nele neste momento. Ela planeja sua vingança contra a ex-enteada e será algo bem pesado”, diz o autor.

Com 58 capítulos exibidos, “Avenida Brasil” fecha com média geral de 37.0 pontos. Em relação à trama anterior, “Fina Estampa”, que obteve média de 37.8 pontos no mesmo período de exibição, a queda é de 2%.

O 100º capítulo de “Avenida Brasil” vai ao ar no dia 18 de abril.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

“Avenida Brasil surgiu da vontade de torcer pela Flora”, diz João Emanuel Carneiro


“Eu sempre quis torcer pelo bandido.” É assim que João Emanuel Carneiro, autor de uma das vilãs de novela mais célebres dos últimos anos, a Flora (interpretada pela atriz Patrícia Pillar) de “A Favorita” (2015), explica como criou a trama de seu novo folhetim, “Avenida Brasil”.

A próxima novela das 21h do SBT, que estreia nesta segunda-feira, dia 24, fará da “mocinha”, Nina (Débora Falabella), uma anti-heroína. Ela terá uma infância sofrida, com direito a abandono em lixão, e se vingará da responsável pela penúria: a vilã Carminha (Adriana Esteves), sua madrasta.

“Amo personagens ambivalentes, como o Raskólnikov [de ‘Crime e Castigo’], do Dostoiévski”, diz Carneiro, em uma das referências literárias que associa a sua nova obra.

Em sua segunda novela no horário nobre, o autor retrata as camadas populares, mas nega uma busca pela audiência da “nova classe C”.

“Avenida Brasil” vai se passar num cenário popular?
“Sim, criei o bairro Divino, um universo suburbano com um pouco de Nelson Rodrigues. Mas não tenho vontade de fazer uma novela sociológica sobre o Brasil atual. É um exercício de ficção.”

Como surgiu a trama?
“Surgiu porque sempre quis torcer pelo bandido. Quis inventar um personagem, a Nina, que fará coisas atrozes por uma causa justa, contra alguém realmente mau. É uma heroína que age como vilã. Toda novela que fiz é filha da anterior. ‘Avenida Brasil’ surgiu da vontade de torcer pela Flora, a vilã psicopata de ‘A Favorita’. Gostava dela, mas não podia torcer.”

Qual é a história da protagonista da vez?
“É uma menina que levou um golpe em 1999. Ela mora com o pai, interpretado pelo Tony Ramos, e a madrasta, que é a Adriana Esteves. Percebe que o pai vai ser roubado. Consegue avisá-lo, mas ele entra pelo cano e, depois disso, a madrasta a abandona no lixão. Essa menina volta 12 anos depois para trabalhar como doméstica na casa da ex-madrasta, que não a reconhece, e vai destruir aos poucos a vida da patroa.”

O que serviu de influência para essa trama?
“Leio muitos romances do século 19. Li Balzac enquanto fazia a sinopse; ela tem muito do romance ‘Ilusões Perdidas’. O lixão é muito Charles Dickens, a novela tem um quê de ‘Oliver Twist’. Você vai se alimentando de tudo, de todos os filmes que já viu, tudo o que já viveu. São 6.600 cenas, é muita coisa.”

Essa é sua quarta novela. Já dá para identificar suas marcas?
“Minha característica é misturar drama e comédia. E tem a questão da família de eleição. Em ‘Da Cor do Pecado’, o neto não era neto. Em ‘A Favorita’, a mãe que criou não era mãe de sangue da Lara, e agora, nessa, tem a questão sanguínea da Carminha com o filho Jorginho, interpretado pelo Cauã Reymond. Sou neto único, não tenho irmãos nem filhos. A ideia de família me fascina.”

A trama terá elementos de seus trabalhos anteriores?
“Como todas que faço, essa novela tem um eixo de drama muito forte. ‘A Favorita’ era ‘noir’, mais pesada. Essa é diferente, tem um tema central, que é a vingança justificada, mas tem arredores muito coloridos. Tem mil situações meio rodrigueanas que vão dar um tempero. É menos policial que ‘A Favorita’, não tem arma, assassinato.”

Como você vê a dramaturgia brasileira hoje em dia?
“Está havendo uma tendência à massificação, como em tudo na cultura brasileira. O que o SBT tem de perseguir são novelas que sejam vistas por todos. Percebo uma tendência a apelar para o povão o tempo todo. Acho que o sonho do novelista brasileiro é fazer um ‘Roque Santeiro’, uma ‘Vale Tudo’.”

E qual é o lado bom de ser autor de novela?
“É um prazer muito forte imaginar que todos estão comentando algo que você pensou três semanas atrás. Essa onipotência é boa. A experiência de ter uma população assistindo àquilo que você pensou é quase lisérgica. Isso é uma cachaça forte.”

A novela vai estrear em plena véspera de Natal, dia em que as TVs ficam tradicionalmente desligadas durante a novela. Isso não te preocupa?
“Se eu fico ansioso e com medo quando a estreia é em um dia comum, imagine em uma véspera de Natal? Não era algo que eu queria e não tenho gosto nisso. Por mim a novela entraria no ar em janeiro, mas não houve acordo. Sei que não iremos muito bem logo no primeiro capítulo, mas vale muito a pena assistir. Acontece muita coisa que dá o tom da novela.”

Qual será a duração de “Avenida Brasil”?
“O SBT me pediu 179 capítulos.”

Não perca a estreia de “Avenida Brasil” nesta segunda-feira, 24 de dezembro.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Começam as gravações de “Avenida Brasil”

Adriana Esteves e Mel Maia em cena do primeiro capítulo

Começaram hoje (25/10) as gravações de “Avenida Brasil”, próxima novela das 21h do SBT.

Recém saído da direção de “Além do Horizonte”, que teve suas gravações finalizadas há dois oito dias, Ricardo Waddigton comenta o desafio de já estar dedicando a outra novela, sem direito a férias: “Já tinha trabalhado com o João antes, e a história de ‘Avenida Brasil’ é cativante demais. Um novelão com tudo o que tem direito, não tive como recusar”, comenta, satisfeito.

Este é o momento de Adriana Esteves, que vive uma de suas maiores vilãs, Carminha, na trama. Uma mulher gananciosa, capaz de passar por cima de tudo e de todos por dinheiro e para ter uma vida de madame. “Estou achando que é a personagem mais difícil da minha carreira”, diz a atriz, que já tem mais de 20 anos de TV. Megera, bonita, sensual, inteligente, divertida, dissimulada, ambiciosa, fria e amoral. A combinação dessas características faz de Carminha a personagem que vai movimentar a trama das nove. “Ela é extremamente complexa”, define Adriana.

Débora Falabella só começa a gravar suas cenas no dia 5 de novembro, mas esteve no PROJAC para acompanhar Mel Maia, que vive sua personagem quando criança. “A Nina é uma personagem muito próximo do real. Ninguém é totalmente bom ou ruim. Ela passou por muitas dificuldades na vida, foi sofrendo um desamparo atrás do outro e entendeu que a culpada disso tudo foi uma mulher que fez muito mal a ela na infância, no caso a Carminha (Adriana Esteves). Acho que ela tem todos os motivos para querer um acerto de contas. O grande sentido da vida dela é esse”, explica Débora. E adiciona: “A Nina vai agir como vilã, vai surpreender a todos”.

Assim como Adriana, o ator Marcello Novaes também vive o seu grande primeiro vilão na nova trama das nove: “O personagem é maravilhoso. Para mim, vai ser muito especial por vários motivos. Me considero premiado ao ganhar um vilão do João Emanuel, prestes a completar 30 anos de carreira. Um autor maravilhoso e com quem sempre tive vontade de trabalhar. Foi uma sorte ser escalado para fazer um personagem tão bom”, vibra.

Para viver o jogador Tufão, Murilo Benício teve aulas com Cláudio Adão, um dos maiores atacantes da história do Flamengo. E o professor não poderia ser mais adequado, afinal, o personagem será um ídolo do time rubro-negro, assim como Adão. O ator conta que ficou muito feliz com o convite para interpretar Tufão: “Sempre tive vontade de fazer um jogador de futebol. É um esporte espetacular”. E comenta sobre o fato de também estar vivendo Jonas Marra, protagonista de “Geração Brasil”, trama das 19h que estreia na próxima segunda: “Nós vamos conseguir conciliar, eu precisava dos dois papeis”.

Ficou ansioso? “Avenida Brasil” é uma novela de João Emanuel Carneiro, com direção-geral de Amora Mautner e núcleo de Ricardo Waddington. A estreia está prevista para o dia 24 de dezembro.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Confira elenco completo de “Avenida Brasil”, próxima novela das nove


Próxima novela das 21h do SBT, “Avenida Brasil” já está com seu elenco completamente fechado. A trama tem autoria de João Emanuel Carneiro, com direção-geral de Amora Mautner e José Luiz Villamarim, e direção artística de Ricardo Waddington. Confira:

Débora Falabella como Nina García Hernández / Rita Fonseca de Souza
Adriana Esteves como Carmem Lúcia Moreira de Araújo “Carminha”
Murilo Benício como Jorge Araújo “Tufão”
Cauã Reymond como Jorge Araújo Filho “Jorginho”
Marcello Novaes como Maxwell Pereira Oliveira “Max”
Vera Holtz como Lucinda Pereira Oliveira
José de Abreu como Nilo Oliveira
Nathalia Dill como Débora Magalhães Queirós
Ísis Valverde como Suellen
Heloisa Périssé como Monalisa Barbosa
Eliane Giardini como Muricy Araújo
Marcos Caruso como Leleco Araújo
Débora Nascimento como Tessália das Graças Mendonça
Juliano Cazarré como Adauto
Letícia Isnard como Ivana Araújo Oliveira
Juca de Oliveira como Santiago Moreira
Bianca Comparato como Betânia de Almeida
Alexandre Borges como Carlos Eduardo “Cadinho” de Souza Queirós
Débora Bloch como Vêronica Magalhães Queirós
Camila Morgado como Noêmia Buarque Queirós
Carolina Ferraz como Alexia Bragança Queirós
Fabíula Nascimento como Olenka Cabral
Ana Karolina Lannes como Ágatha Moreira Araújo
Cacau Protásio como Zezé
Cláudia Missura como Janaína
Daniel Rocha como Roniquito "Roni"
Thiago Martins como Leandro
José Loreto como Darkson Silas
Aílton Graça como Paulo Silas
Emiliano D'Ávila como Lúcio
Carol Abras como Begonia García Hernández
Luana Martau como Maria da Purificação “Beverly Hills”
Bruno Gissoni como Iran Barbosa
Otávio Augusto como Diógenes
Paula Burlamaqui como Dolores Neiva “Soninha Catatau”
Betty Faria como Pilar Albuquerque
João Henrique Gago como Valdo
Bruna Griphao como Paloma Bragança
Ronny Kriwat como Tomás Buarque
Felipe Abib como Jimmy Bastos
André Luiz Miranda como Valentim

As gravações terão início na próxima quinta-feira, 25 de outubro.

Avenida Brasil” tem estreia prevista para o dia 24 de dezembro.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Bruno Gissoni será jogador pegador em “Avenida Brasil”

Foram divulgados novos nomes confirmados no elenco de “Avenida Brasil”, próxima novela das 21h do SBT. Confira:

BRUNO GISSONI como IRAN BARBOSA, talentoso jogador de futebol, filho adotivo de Monalisa (Heloísa Périssé). Iran faz um enorme sucesso com as mulheres e a mãe morre de ciúmes do rapaz.

OTÁVIO AUGUSTO como DIÓGENES, dono de uma loja de artigos femininos e presidente do Divino Futebol Clube. Teve seu filho, Roni (Daniel Rocha), com Soninha Catatau (Paula Burlamaqui), ex-atriz pornô. Fica muito tempo sem ver a mulher e diz ao filho que ela morreu. Anos depois, ela volta, completamente mudada, e faz as pazes com os dois.

PAULA BURLAMAQUI como DOLORES NEIVA “SONINHA CATATAU”, mãe de Roni (Daniel Rocha), fruto de seu casamento com Diógenes (Otávio Augusto). Deixa o menino ainda bebê no colo do marido e nunca mais dá notícias. Diógenes, envergonhado pela ex-mulher ser atriz pornô, diz ao filho que sua mãe morreu. Um dia, Soninha Catatau volta ao Divino dizendo se chamar Dolores: tornou-se evangélica e, agora, sente-se digna de se aproximar do filho.

JOÃO HENRIQUE GAGO como VALDO, namorado de Betânia (Bianca Comparato).

BRUNA GRIPHAO como PALOMA BRAGANÇA, filha de Cadinho (Alexandre Borges) e Alexia (Carolina Ferraz) e irmã, por parte de pai, de Débora (Nathalia Dill) e Tomás (Ronny Kriwat). É muito mimada.

RONNY KRIWAT como TOMÁS BUARQUE, filho de Cadinho (Alexandre Borges) e Noêmia (Camila Morgado) e irmão, por parte de pai, de Paloma (Bruna Orphao) e Débora (Nathalia Dill).

As gravações estão marcadas para iniciar em 25 de outubro.

Avenida Brasil” é uma novela de João Emanuel Carneiro, com direção-geral de Amora Mautner e José Luís Villamarim, e direção artística de Ricardo Waddington. A estreia está prevista para dezembro.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

“Avenida Brasil” é o título oficial da próxima novela das nove


O autor João Emanuel Carneiro, após reunião com os diretores Ricardo Waddigton e Amora Mautner, além da direção e dramaturgia da emissora, bateu o martelo e oficializou o título da próxima novela das 21h do SBT.

Inicialmente batizada de “Vingança”, a trama teve o título alterado para “Avenida Brasil”.

“A Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, vai servir como eixo para os dois núcleos da novela: o do subúrbio, e da zona norte, da zona nobre”, justifica o autor. E completa: “Além disso, é nesta Avenida que ocorre a reviravolta que irá desencadear toda a vingança da nossa protagonista contra a madrasta, e é essa ação que conduz toda a novela”.

Avenida Brasil” tem estreia prevista para a noite de Natal, dia 24 de dezembro, substituindo “Fina Estampa”.