SINHÁ MOÇA | capítulo 11
Mario leva os dois escravos até a mata para que fujam. Inez vê que Ricardo está perturbado e o aconselha a esquecer Ana. Ana percebe que todos em Araruna a olham e diz para Nina que não agüenta mais usar o véu. Nogueira e Everaldo temem que o Barão acabe descobrindo que eles ajudaram na fuga dos escravos. O capitão encontra Mario saindo da mata e pergunta onde estava. Mario diz que estava namorando alguém, para evitar mais perguntas. Sinhá Moça conta para Cândida que quer ensinar Adelaide e Bastião a ler e escrever. O capitão encontra as pistas dos dois negros na mata. Augusto comenta com Dimas que gostaria que Juliana se casasse com Mario. Dimas mesmo sem demonstrar, não gosta da idéia. Os escravos procuram pelo quilombo, com o capitão em seu encalço. Dimas vê o Barão e Sinhá Moça chegando à cidade e se emociona. Cândida garante a Virgínia que vai dar um jeito de ela ver seu filho antes de morrer. Bentinho encontra os dois escravos que, sem querer, vão parar na fazendo do Barão. Bentinho leva os escravos para a senzala e eles pedem a ajuda de Fulgêncio. Fulgêncio mostra a Justino os escravos escondidos na senzala. O capitão segue os rastros dos escravos até a fazenda do Barão e pergunta a Bentinho se ele os viu. Bentinho diz que os escravos atravessaram o rio, tirando o capitão e seus ajudantes da pista deles. O capitão não encontra os escravos e afirma para o Barão que Bentinho mentiu para ele. O Barão permite que o capitão e seus homens vasculhem sua fazenda. Sinhá Moça pede que o Barão não deixe o capitão maltratar os escravos, mas ele a manda não se meter no assunto. Bruno leva Bentinho até o Barão, para fazê-lo falar.
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