SINHÁ MOÇA | capítulo 20
O Barão diz que a captura desses escravos é uma questão de honra. Juliana não entende como Ana pode aceitar ser submetida à promessa de Nina. Ana confessa estar com medo de fazer feio no baile. O Capitão vai ainda mais longe. Dimas acalma Juliana quando ela diz ter medo que desconfiem dele. Os rapazes abolicionistas comunicam ao delegado o fracasso das suas buscas. O delegado espera que o Capitão já os tenha encontrado. Justino diz aos outros escravos estar confiante que o Irmão do Quilombo venha libertá-los também. O Barão manda Bruno reforçar a segurança na sua senzala. Rodolfo garante a Bentinho que os pais dele está a salvo. O Capitão se dá conta de que os escravos não foram na direção do Quilombo e avisa a seus homens que eles seguirão a direção contrária no dia seguinte. Escravos do Quilombo espreitam o Capitão sem serem vistos. Augusto está preocupado com o destino dos fugitivos. Ricardo comenta com Rodolfo que Medeiros, o dono das Sete Quedas, irá à falência se não recuperar os escravos. Ele fica preocupado. Os escravos do Quilombo levam os cavalos e as armas do Capitão e seus homens. O Capitão acorda e quando percebe o que aconteceu já é tarde demais. O Capitão e seus homens têm de voltar a pé. Ana mostra-se curiosa sobre a relação de Juliana e Dimas e pergunta se ela se deixaria ser beijada. Juliana diz que sim e deixa Ana escandalizada. Rodolfo vai à fazenda oferecer seus préstimos ao Barão. Sinhá Moça é fria com ele. Bastião afirma para Bentinho que ajudaria o Cavaleiro a soltar os escravos do Barão se ele quisesse. O Barão convida Rodolfo para passar alguns dias na fazenda, na esperança de que ele possa reconquistar Sinhá Moça.
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