SINHÁ MOÇA | capítulo 3
Fontes convence o filho a visitar Ana, para tentar resolver a situação do noivado. Ela se apresenta para Rodolfo de véu, deixando-o pasmo. Fontes pede que Nina deixe Ana tirar o véu, mas ela nega, irritando Rodolfo. O advogado vai embora e deixa Ana arrasada. O capitão-do-mato leva Fulgêncio e os outros escravos para a cadeia. Virgínia percebe que Sinhá Moça está irritada com Rodolfo porque no fundo gostou dele. O Barão deixa claro para Cândida que achou Rodolfo um ótimo pretendente para Sinhá Moça, deixando-a preocupada. Augusto diz a Juliana que sua missão é defender os negros. Ele escreve um bilhete dizendo que a ama. Juliana se comove. Bastião confessa para Sinhá Moça que deu sua canoa para Fulgêncio. Augusto é obrigado a mudar o tom de seu artigo. Frei José dá a ele um artigo, que fala tudo sobre o movimento abolicionista, fingindo criticá-lo. Ele não assina o artigo. Coutinho conta para o Barão que há alguns abolicionistas na cidade. Sinhá Moça pede que o Barão seja clemente com os escravos capturados, mas ele repete que não quer que ela se envolva. Fulgêncio é petulante com o Barão, que ao castigá-lo, prejudica sua visão. Rodolfo é levado para conhecer o delegado. Sinhá Moça fica furiosa ao saber que o Barão atingiu Fulgêncio e decide ir à senzala cuidar dele. Bruno diz que só conheceu um negro teimoso como Fulgêncio. Justino sabe que ele se refere a Pai José. Rodolfo se preocupa com os escravos que fugiram da fazenda do Barão, pois sabe que vão ser muito castigados. O Barão não permite que Sinhá Moça cuide de Fulgêncio. Cândida comenta com a filha que o Barão gostou de Rodolfo. Mas ela jura que o detestou. Fulgêncio pede que não chorem por ele. Justino garante a Adelaide que vai vingar Fulgêncio.
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