SINHÁ MOÇA | capítulo 6
Rodolfo e Sinhá Moça passeiam pela fazenda sob o olhar vigilante de Bastião. Sinhá Moça conta da sua infância com Rafael e desperta os ciúmes de Rodolfo. Ele cala a gargalhada de Sinhá Moça com um beijo. Ana pede a Nina para que a deixe conversar em paz com Ricardo, mas mãe diz que tem que vigiá-los. Sinhá Moça fica muito perturbada com o beijo que Rodolfo lhe deu e se faz de ofendida. Rodolfo segue Sinhá Moça e, como ela não falasse nada, diz que a ama. Sinhá Moça entra em casa e confessa a Virgínia que Rodolfo a beijou. Juliana deixa escapar que acha Dimas maravilhoso. Dimas aproveita para elogiá-la também. Fulgêncio implora que Bentinho chame Sinhá Moça para vê-lo pois acha que ela tem o poder de curá-lo. Rodolfo e Fontes ficam penalizados ao descobrirem que Fulgêncio ficou cego dos dois olhos. Sinhá Moça surge na senzala e manda que Bruno pare de castigar Fulgêncio. Bruno afirma para o Barão que Sinhá Moça está acabando com sua autoridade com os escravos. Coutinho fala para seus escravos que estão livres, causando a maior festa. Sinhá Moça tenta convencer o Barão de que os escravos merecem a liberdade, mas ele não a escuta. O Barão manda Bastião impedir que Sinhá Moça vá outras vezes até a senzala. Dimas escreve um belo artigo sobre a iniciativa de Coutinho de libertar seus escravos, deixando Augusto, Juliana e Frei José emocionados. O Barão fica furioso ao ler o artigo de Dimas. Rodolfo gosta muito da publicação, mas teme a reação de Ferreira. Sinhá Moça fica encantada com o artigo e quer saber quem é Dimas. Rodolfo afirma para Augusto que não confia em Coutinho. O delegado, a mando do Barão, chama Dimas para conversar. Dimas mostra sua carta de alforria ao delegado, que fica pasmo ao saber que ele já foi escravo. Rodolfo vai até a delegacia e pergunta ao delegado se Dimas precisa de ajuda.
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