quarta-feira, 22 de abril de 2026

SINHÁ MOÇA | capítulo 69


SINHÁ MOÇA | capítulo 69
Fulgêncio e Justino não acreditam que o Capitão tenha mudado. O Barão pede que Sinhá Moça coloque fogo no tronco, deixando os escravos radiantes. O Barão deixa a porta da senzala destrancada, diz aos escravos que eles não serão mais vigiados e pede, apenas, que não saiam de suas terras. O Barão explica para Sinhá Moça que entendeu que os tempos estão mudando. Virgínia fala para Cândida que não consegue acreditar naquela felicidade e que acha que agora os escravos estão mais presos do que nunca. O Barão revela à filha que há muito ouro escondido em sua casa. Sinhá Moça vai visitar Adelaide, que a convida para ser madrinha de seu filho. O Barão comenta com alguns fazendeiros que a abolição é inevitável. Fontes ouve e pergunta se pode participar da reunião. Depois da reunião no armazém de Manoel, todos concluem que Araruna não tem outro líder político a não ser o Barão. O delegado solta o Capitão e manda que seus homens digam que ele fugiu. O Barão pergunta a Bastião por que Ricardo foi até a fazenda. Ele responde que não sabe. O Capitão procura pelo rastro de Justino e Fulgêncio. Tobias, um dos negros do Quilombo, conta a Justino e Fulgêncio que foi Dimas quem levou os outros escravos dali e os convida para viverem no Quilombo. Fontes fica indignado ao saber que o Capitão fugiu. Mário conta a Augusto e Dimas que soube que o Irmão do Quilombo soltou o Capitão. Justino afirma para Fulgêncio que vai levar Adelaide para o Quilombo. Dimas afirma que não acredita na possibilidade do Irmão do Quilombo ter libertado o Capitão.

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