NO RANCHO FUNDO | capítulo 70
Zefa Leonel acorda no antigo quarto de Artur. Ariosto entra no quarto e a convida para o café da manhã. Aldenor fica desesperado ao saber que Lola e Blanchette vão a um enterro. Deodora com Lola e Blanchette se arrumam para o velório de Dona Manuela. As meninas têm medo do falatório do povo com elas indo. O velório de Dona Manuela acontece na praça ao ar livre. O velório desse jeito foi o último pedido de Dona Manuela. Quintilha conta a Padre Zezo que um pastor chamado Moisés chegou na cidade especialmente para encomendar o corpo dela. Blanchette e Lola cumprimentam Caridade. Primo Cícero acaba descobrindo que a filha trabalhou no cabaré e desmaia com essa notícia. Primo Cícero acorda e diz que ressuscitou de novo. Fé e Esperança discutem com Deodora, Blanchette e Lola. Torquato Tasso entrega o vestido de Zefa Leonel para o velório. Torquato Tasso repreende Ariosto por estar dando em cima dela. Irritado, Ariosto o demite. Ariosto pergunta para Zefa Leonel se tem alguma chance com ela. Ela diz que não é assunto para o dia do velório de Dona Manuela. Briga generalizada entre Fé e Esperança contra as meninas do cabaré. Fé é segurada por Tobias Aldonço e Esperança por Jordão Nicácio. Esperança gosta da proximidade com ele. Torquato Tasso grita para pararem com a confusão em pleno velório. Ariosto chega ao velório e todos fazem silêncio respeitosamente. Artur chega em uma carroça toda enfeitada. Acontece o cortejo de Dona Manuela ao som da música Que Nem Jiló. Caridade lembra que esse foi o último desejo de Dona Manuela, uma festança de despedida. Artur recita um poema de Mario de Sá-Carneiro. Esperança pede o número do telefone de Jordão Nicácio. Dona Manuela aparece sorrindo para o filho ao lado de Quinota. Artur diz que a ama. Todos aplaudem. Ariosto se aproxima de Zefa Leonel.
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