Há exatos 35 anos estreava “Supermanoela”, 13ª novela a ser exibida no horário das 19 horas.
Novela de Walther Negrão, teve direção de Gonzaga Blota e Reynaldo Boury.
Foi exibida entre 14 de Agosto de 1978 e 19 de Janeiro de 1979, com 138 capítulos.
No Rio de Janeiro, depois de um longo período sob cuidados médicos, sendo submetido a caros tratamentos, Donato (Francisco Dantas), funcionário de uma fábrica de cosméticos, morre de uma doença rara. Sua família – formada pela mulher Carolina (Zilka Sallaberry), as filhas Sílvia (Carmem Monegal) e Regina (Susana Gonçalves) e o pai Nicolau (Manfredo Colassanti) –, vê-se despreparada para lidar com as sérias dificuldades financeiras.
A primeira decisão da viúva Carolina é diminuir as despesas, o que significa despedir a empregada Manoela (Marília Pêra). Dona de uma grande vocação para ajudar o próximo, a moça recusa a demissão e dispõe-se a trabalhar de graça, tornando-se uma mistura de anjo da guarda, conselheira e administradora da casa. Além de lavar, passar, cozinhar, fazer faxina e ajudar a pagar as dívidas costurando para fora, Manoela vive tentando levantar o ânimo dos moradores do casarão. Para conseguir pagar a hipoteca da casa, ela sugere que Carolina alugue dois dos quartos vagos. Os novos inquilinos são quatro estudantes recém-chegados ao Rio para tentar o vestibular: Solano (Carlos Vereza), Chico (Antônio Pedro), Ribamar (Carlos Alberto Riccelli) e Gabriel (Fausto Rocha).
Durante os estudos para o vestibular, os rapazes conhecem Marcelo, o Belo (Paulo José), sujeito simpático e espécie de estudante profissional: aos 40 anos, prestou nove vezes vestibular, para diferentes faculdades, mas sempre acaba mudando de curso. Frequentando a casa onde os rapazes se hospedam, ele se apaixona por Manoela. O envolvimento romântico dos dois dá a ela a oportunidade de, pela primeira vez, esquecer os problemas alheios e viver a própria vida.
Novela de Walther Negrão, teve direção de Gonzaga Blota e Reynaldo Boury.
Foi exibida entre 14 de Agosto de 1978 e 19 de Janeiro de 1979, com 138 capítulos.
No Rio de Janeiro, depois de um longo período sob cuidados médicos, sendo submetido a caros tratamentos, Donato (Francisco Dantas), funcionário de uma fábrica de cosméticos, morre de uma doença rara. Sua família – formada pela mulher Carolina (Zilka Sallaberry), as filhas Sílvia (Carmem Monegal) e Regina (Susana Gonçalves) e o pai Nicolau (Manfredo Colassanti) –, vê-se despreparada para lidar com as sérias dificuldades financeiras.
A primeira decisão da viúva Carolina é diminuir as despesas, o que significa despedir a empregada Manoela (Marília Pêra). Dona de uma grande vocação para ajudar o próximo, a moça recusa a demissão e dispõe-se a trabalhar de graça, tornando-se uma mistura de anjo da guarda, conselheira e administradora da casa. Além de lavar, passar, cozinhar, fazer faxina e ajudar a pagar as dívidas costurando para fora, Manoela vive tentando levantar o ânimo dos moradores do casarão. Para conseguir pagar a hipoteca da casa, ela sugere que Carolina alugue dois dos quartos vagos. Os novos inquilinos são quatro estudantes recém-chegados ao Rio para tentar o vestibular: Solano (Carlos Vereza), Chico (Antônio Pedro), Ribamar (Carlos Alberto Riccelli) e Gabriel (Fausto Rocha).
Durante os estudos para o vestibular, os rapazes conhecem Marcelo, o Belo (Paulo José), sujeito simpático e espécie de estudante profissional: aos 40 anos, prestou nove vezes vestibular, para diferentes faculdades, mas sempre acaba mudando de curso. Frequentando a casa onde os rapazes se hospedam, ele se apaixona por Manoela. O envolvimento romântico dos dois dá a ela a oportunidade de, pela primeira vez, esquecer os problemas alheios e viver a própria vida.
CURIOSIDADES
• A novela de Walther Negrão foi inspirada em sua peça “O Sobrado”.
O riso era frouxo nas cenas em que Marília Pêra contracenava com Paulo José. A atriz conta que eles não conseguiam se levar a sério como par romântico e riam sempre que tinham que dar um beijo em cena.
• Ao começar a gravar “Supermanoela”, Marília Pêra entrava na sua segunda saga de novelas consecutivas – antes, gravara “O Cafona” (1971), “Bandeira 2” (1971–1972) e “Uma Rosa com Amor” (1977–1978). Depois dos primeiros meses de gravação, teve uma crise de estafa. A atriz conta que até decorar suas falas se tornou um desafio. Ela decidiu, então, espalhar pelo cenário “dálias” (texto que se esconde no cenário para auxiliar o intérprete a encadear suas falas, caso ele se esqueça do texto). Na hora de ler os diálogos, no entanto, achava a situação absurda para uma atriz disciplinada e tinha ataques de riso, o que não raro contagiava o resto do elenco. Com isso, as gravações levavam horas para serem concluídas. No decorrer da novela, os quatro jovens vestibulandos – Solano (Carlos Vereza), Chico (Antônio Pedro), Ribamar (Carlos Alberto Riccelli) e Gabriel (Fausto Rocha) – ganharam o foco narrativo na novela de Walther Negrão, diminuindo assim o número de cenas de Marília Pêra. Após o termino da trama, a atriz afastou-se das telenovelas da emissora e só voltou ao SBT 12 anos mais tarde, como uma das protagonistas de “Brega & Chique” (1991–1992), de Cassiano Gabus Mendes.
• A novela de Walther Negrão foi inspirada em sua peça “O Sobrado”.
O riso era frouxo nas cenas em que Marília Pêra contracenava com Paulo José. A atriz conta que eles não conseguiam se levar a sério como par romântico e riam sempre que tinham que dar um beijo em cena.
• Ao começar a gravar “Supermanoela”, Marília Pêra entrava na sua segunda saga de novelas consecutivas – antes, gravara “O Cafona” (1971), “Bandeira 2” (1971–1972) e “Uma Rosa com Amor” (1977–1978). Depois dos primeiros meses de gravação, teve uma crise de estafa. A atriz conta que até decorar suas falas se tornou um desafio. Ela decidiu, então, espalhar pelo cenário “dálias” (texto que se esconde no cenário para auxiliar o intérprete a encadear suas falas, caso ele se esqueça do texto). Na hora de ler os diálogos, no entanto, achava a situação absurda para uma atriz disciplinada e tinha ataques de riso, o que não raro contagiava o resto do elenco. Com isso, as gravações levavam horas para serem concluídas. No decorrer da novela, os quatro jovens vestibulandos – Solano (Carlos Vereza), Chico (Antônio Pedro), Ribamar (Carlos Alberto Riccelli) e Gabriel (Fausto Rocha) – ganharam o foco narrativo na novela de Walther Negrão, diminuindo assim o número de cenas de Marília Pêra. Após o termino da trama, a atriz afastou-se das telenovelas da emissora e só voltou ao SBT 12 anos mais tarde, como uma das protagonistas de “Brega & Chique” (1991–1992), de Cassiano Gabus Mendes.

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