domingo, 28 de outubro de 2012

ELIZABETH JHIN


Elizabeth Jhin (Belo Horizonte, 13 de janeiro de 1949) é uma autora brasileira de telenovelas do SBT, contratada pela emissora em 1993.
 
Teve seu primeiro contato direto com a dramaturgia televisiva ao integrar a equipe de “Salomé” (1994), novela de Sérgio Marques para o horário das 18h, ambientada nos anos 1930. A trama acompanha Salomé (Patrícia Pillar), jovem ousada que escandaliza Paris e é forçada a retornar ao Brasil, instalada na fazenda Pindorama, onde se envolve com Duda (Petrônio Gontijo), aspirante a cantor marcado por tragédias familiares. O romance se desenrola entre desejo, culpa e manipulação, à medida que a mãe de Salomé, Santa (Imara Reis), também se apaixona pelo rapaz, desencadeando ciúmes, intrigas e violência. A história culmina em tragédias e superações: Duda alcança sucesso e reconciliação com Salomé, enquanto Santa termina isolada e enlouquecida.
 
A experiência com “Salomé” marcou o início da trajetória de Jhin antes de sua colaboração em “Felicidade” (1995), de Manoel Carlos, que explora um melodrama intimista sobre afetos interrompidos e consequências emocionais. A história acompanha Helena (Maitê Proença), que se apaixona por Álvaro (Tony Ramos) mas se casa com Mário (Herson Capri), e após uma gravidez fruto de sua relação com Álvaro, cria sozinha a filha Bia (Tatyane Goulart). Anos depois, o reencontro com Álvaro reacende antigos sentimentos e conflitos, intensificados pelo ciúme patológico de Débora (Vivianne Pasmanter), culminando em violência e tragédia. A novela trata de maternidade solitária, amores sacrificados e a persistência dos vínculos afetivos, mostrando que o passado não pode ser apagado.
 
Dois anos depois, Elizabeth Jhin colaborou pela primeira vez com Walther Negrão em “Tropicaliente” (1997), novela das 18h que mistura melodrama romântico e conflitos sociais. A trama acompanha Ramiro (Herson Capri), líder de uma comunidade de pescadores, cujo reencontro com Letícia Velasquez (Silvia Pfeifer), antiga paixão agora viúva e rica, reabre feridas do passado e cria tensão entre classes e afetos. Enquanto Letícia lida com os filhos Vitor (Selton Mello) e Amanda (Paloma Duarte) e a investida de François (Victor Fasano), o romance mal resolvido reverbera nas novas gerações, especialmente quando Vitor se envolve com Açucena (Carolina Dieckmann), conectando dramas familiares, ciúmes e desigualdades sociais em uma narrativa marcada por nostalgia, desejo e choque de valores.
 
Logo após, Jhin voltou a colaborar com Manoel Carlos em “História de Amor” (1998), novela que explora gravidez não planejada, conflitos familiares e amores atravessados por culpa e desejo. A trama acompanha o médico Carlos (José Mayer), que, a caminho do próprio casamento, ajuda Joyce (Carla Marins), jovem grávida de outro homem, enquanto lida com a temperamental esposa Paula (Carolina Ferraz) e a ex-companheira obsessiva Sheila (Lília Cabral). Entre disputas emocionais, ciúmes e dilemas familiares, a narrativa foca nas contradições humanas, nos limites do desejo e no peso das escolhas individuais, reforçando o tom intimista característico de Manoel Carlos.
 
Em 1999, trabalhou novamente com Walther Negrão em “Anjo de Mim”, novela que mistura melodrama espiritualista e reencarnação para contar uma história de amor eterno, culpa e destino. A trama acompanha Floriano Ferraz (Tony Ramos), escultor cético que descobre, por regressão hipnótica, seu passado como Belmiro Castanho, apaixonado por Valentina, amor interrompido tragicamente. Em busca da reencarnação da amada, Floriano lida com um casamento desgastado e se envolve com Lavínia (Vivianne Pasmanter), Maria Elvira (Paloma Duarte) e Joana (Helena Ranaldi), enquanto conflitos e mistérios envolvendo o ambicioso Marco Monterey (Herson Capri), reencarnação do responsável pela morte de Valentina, conduzem a trama. Entre romance, misticismo e suspense, a novela explora a permanência dos afetos, a redenção e paixões que atravessam vidas.
 
A parceria entre Elizabeth Jhin e Walther Negrão seguiu em “Era Uma Vez...” (2001), novela que combina fábula romântica, drama familiar e aventura. A trama acompanha Madalena (Drica Moraes), que foge de um casamento opressivo e retorna ao Brasil como governanta na mansão do autoritário Xistus (Cláudio Marzo), cuidando dos netos órfãos. Nesse ambiente, aproxima-se de Álvaro (Herson Capri), veterinário viúvo e pai das crianças, enquanto Bruna (Andréa Beltrão) e Xistus tentam atrapalhar o romance. Paralelamente, Maneco (Antônio Calloni) traz leveza e desordem a Nova Esperança, conectando afetos cruzados e ressentimentos. Entre segundas chances, liberdade feminina e busca por pertencimento, a novela explora amor, redenção e superação de estruturas de poder.
 
Andando nas Nuvens” (2003) marcou a sétima colaboração de Jhin e seu primeiro trabalho no horário das 19h, ao lado de Euclydes Marinho. A novela mistura melodrama romântico, fantasia científica e crítica social, acompanhando Otávio Montana (Marco Nanini), que desperta em 1999 após 18 anos em estado de encefalite letárgica, sem lembrar do passado e das três filhas, Júlia (Débora Bloch), Beth (Vivianne Pasmanter) e Celi (Mariana Ximenes). Enquanto reconstrói sua identidade em um Rio de Janeiro moderno e enfrenta o antigo rival Antônio San Marino (Cláudio Marzo), Otávio também acompanha os dramas amorosos das filhas, revelando ciúmes, paixões e escolhas difíceis. Entre romance, mistério e humor, a trama reflete sobre memória, identidade e a busca por reencontrar o próprio lugar em um mundo que seguiu em frente.
 
Logo após, em 2004, Elizabeth Jhin voltou a colaborar com Walther Negrão em “Vila Madalena”, novela das 19h que transforma a São Paulo contemporânea em palco de um melodrama urbano sobre escolhas interrompidas, afetos e recomeços. A trama acompanha Solano Xavier (Edson Celulari), caminhoneiro preso injustamente, que constrói amizade com Roberto (Marcos Winter) na prisão e, ao sair, se apaixona por Pilar (Cristiana Oliveira), sem saber que ela é a mulher do amigo. Paralelamente, Eugênia (Maitê Proença) reconstrói a vida ao lado de Arthur Junqueira (Herson Capri), criando dilemas afetivos e morais. Entre encontros e desencontros, a novela explora justiça social, maternidade, amizade e a complexidade do amor nem sempre oportuno.
 
Três anos depois, colaborou com Antônio Calmon em “O Beijo do Vampiro” (2007), novela que mistura fantasia, humor e melodrama ao acompanhar Lívia (Flávia Alessandra), viúva que se muda para Maramores com os filhos e descobre ser a reencarnação da princesa Cecília, amor eterno do vampiro Bóris Vladescu (Tarcísio Meira). Bóris chega à cidade com seu séquito de vampiros, enquanto Zeca (Kayky Brito), filho meio-vampiro de Lívia, é preparado para assumir seu legado, contrapondo herança maligna e livre-arbítrio. Entre romance, redenção e maternidade, a trama também envolve Rodrigo (Alexandre Borges) e Augusto (Marco Ricca), além de figuras fantásticas como o caçador Galileu Van Burger (Luis Gustavo) e o anjo Ezequiel (Celso Frateschi), transformando o embate entre amor eterno e destruição em um espetáculo lúdico e farsesco.
 
A parceria com Antônio Calmon amadureceu a ponto de, em 2009, Elizabeth Jhin assinar ao seu lado sua primeira novela como autora titular em “Começar de Novo”, uma trama contemporânea livremente inspirada em “O Conde de Monte Cristo”, de Alexandre Dumas, que transforma vingança, memória e segundas chances no motor de um melodrama guiado pelo reencontro de amores interrompidos, acompanhando Miguel Arcanjo (Marcos Paulo), que após levar um tiro na adolescência, perder os pais em um suposto acidente e ser arrancado do Brasil para proteger a própria vida, ressurge décadas depois como o poderoso empresário Andrei Ivanovich, identidade forjada na Rússia e mantida em segredo por quase todos. Ao retornar à fictícia Ouro Negro para fechar negócios, ele desperta afetos soterrados e confronta diretamente o passado ao reencontrar Letícia (Natália do Valle), o grande amor da juventude, hoje casada com o ressentido Anselmo (Werner Schünemann), e ainda sob a sombra da manipuladora Lucrécia (Eva Wilma), responsável pelo complô que separou o casal no passado. Enquanto Andrei tenta recompor suas lembranças e ajustar contas com quem o destruiu, aproxima-se da cineasta Júlia Moreno (Giselle Itié) e enfrenta resistências políticas, familiares e emocionais em uma cidade aparentemente pacata, mas movida por rivalidades antigas. Ao articular identidade roubada, justiça tardia e a persistência do amor apesar do tempo e da violência simbólica, a novela assume um tom de redenção emocional, substituindo a vingança brutal por um embate mais íntimo entre passado e presente, onde lembrar é também um ato de sobrevivência.
 
Pouco mais de um ano depois, Elizabeth Jhin retornou à faixa das 18h para estrear sua primeira novela solo: “Eterna Magia” (2010), folhetim de atmosfera sobrenatural ambientado entre 1938 e 1946 na fictícia Serranias, cidade mineira fundada por imigrantes irlandeses e marcada pela fama de “Cidade das Bruxas”, onde tradição, superstição e repressão moldam a vida coletiva e os conflitos íntimos, sobretudo os da influente família Sullivan, liderada pelo geólogo irlandês Max Sullivan (Werner Schünemann), que se estabeleceu na região atraído pelas minas preciosas, construiu um império local, casou-se com Marta (Adriana Rabelo) e teve duas filhas, Eva (Malu Mader) e Nina (Maria Flor). O retorno de Eva à cidade, após dez anos na Irlanda e já consagrada como pianista internacional, funciona como elemento desestabilizador ao expor seu desprezo pelas origens e pela crença na magia, além de reacender rivalidades familiares ao seduzir Conrado (Thiago Lacerda), antigo noivo de Nina, jovem simples que carrega dons mágicos reprimidos e passa a vê-los aflorar justamente no momento em que sofre a maior ruptura afetiva de sua vida. Disposta a vencer a irmã a qualquer custo, Eva se alia à sombria Zilda (Cássia Kiss), bruxa do mal que transforma a feitiçaria em instrumento de dominação, enquanto Nina enfrenta a dor em silêncio e desperta o amor contido de Lucas (Cauã Reymond), incapaz de se declarar. A chegada do historiador Flávio Falcão (Thiago Rodrigues), totalmente cético e decidido a provar academicamente que bruxas não existem, tensiona ainda mais o cotidiano de Serranias, colocando razão e misticismo em confronto direto e transformando a novela em uma reflexão sobre inveja, fé, identidade e livre-arbítrio, onde a magia não surge como espetáculo e sim como metáfora dos ressentimentos, desejos e traumas que atravessam gerações.
 
Em 2013, Elizabeth Jhin escreveu “Escrito nas Estrelas”, novela ambientada no Rio de Janeiro que colocou no centro da narrativa o espiritualismo em diálogo direto com a reprodução humana e os dilemas éticos dos avanços da ciência genética, acompanhando o respeitado médico Ricardo Aguillar (Humberto Martins), viúvo e dono de uma clínica de reprodução assistida, cuja vida é devastada pela morte precoce do filho Daniel (Jayme Matarazzo), estudante de Medicina com quem mantinha uma relação intensa e conflituosa. Ao descobrir que Daniel havia congelado sêmen antes de morrer, Ricardo inicia uma busca obsessiva pela mulher que considera ideal para gerar seu neto, sem perceber que essa escolha o conduzirá a um território emocional e espiritual ainda mais complexo. A jovem selecionada é Viviane, também chamada de Vitória (Nathalia Dill), moça humilde e batalhadora que viveu um amor breve e profundo com Daniel pouco antes do acidente e que continua ligada a ele por meio de sonhos e manifestações espirituais, revelando uma conexão que ultrapassa o plano material. A proximidade entre Ricardo e Viviane, marcada inicialmente por admiração e gratidão, evolui para um sentimento amoroso inesperado, instaurando uma situação limite em que pai e filho passam a disputar, mesmo em planos distintos, o amor da mesma mulher, enquanto Daniel, agora espírito, ronda os vivos e interfere nos rumos da própria história. Paralelamente, a trama incorpora conflitos terrenos por meio do vilão Gilmar (Alexandre Nero), figura movida por ambição e ressentimento, ampliando o choque entre ética, desejo e poder. A articulação entre ciência, fé, reencarnação e escolhas morais faz do folhetim um melodrama espiritual que questiona até onde o ser humano pode ir ao tentar vencer a morte e controlar o destino, sugerindo que certas ligações afetivas atravessam o tempo, o corpo e a própria vida.
 
O desejo do reencontro e a crença em vidas passadas estruturam “Amor Eterno Amor” (2015), quarta novela de Elizabeth Jhin, que constrói sua narrativa a partir da jornada de Carlos, também conhecido como Barão e Rodrigo Borges (Gabriel Braga Nunes), homem marcado por um dom especial de amansar animais e por um passado traumático que começa na infância, quando foge do interior de Minas Gerais para escapar dos maus-tratos do padrasto Virgílio (Osmar Prado) e acaba criando uma nova identidade na ilha de Marajó, no Pará, sem saber que é o filho desaparecido há quase trinta anos de Verbena (Ana Lúcia Torre), viúva rica e generosa que, mesmo gravemente doente, nunca desistiu de procurá-lo, enfrentando a oposição da irmã invejosa Melissa (Cássia Kiss), do cunhado interesseiro Dimas (Luís Melo) e do sobrinho ambicioso Fernando (Carmo Dalla Vecchia). A memória afetiva de Carlos é guiada pela lembrança de Elisa (Júlia Gomes), amor de infância com quem prometeu se casar, sentimento que resiste ao tempo e ao desenraizamento, enquanto ele lida com a devoção obsessiva de Valéria (Andréia Horta), incapaz de aceitar a rejeição. No caminho de sua reconexão com o passado, surge Míriam (Letícia Persiles), jornalista noiva de Fernando que sente uma atração imediata e inexplicável por Carlos, revelando laços espirituais que antecedem aquela vida, ao mesmo tempo em que a pequena Clara (Klara Castanho), filha do médico Gabriel (Felipe Camargo), manifesta poderes telepáticos que reforçam a dimensão mística da trama. Ao entrelaçar busca materna, identidade fragmentada, amor prometido e espiritualidade como força de ligação entre destinos separados, a novela transforma a ideia de amor eterno em um percurso de reconhecimento, cura e reparação emocional, no qual reencontrar o outro significa, antes de tudo, reencontrar a si mesmo.
 
Em 2018, Jhin retornou ao horário das 18h com “Além do Tempo”, novela de forte viés espírita que aprofunda a ideia de reencarnação, culpa e redenção ao estruturar sua narrativa em duas fases separadas por cerca de 150 anos, acompanhando o amor destinado entre Lívia (Alinne Moraes) e Felipe (Rafael Cardoso), almas que se reencontram repetidamente em diferentes existências. No século XIX, se conhecem na fictícia Campobello, no sul do país: ele pertencente a uma família nobre e pressionado a se casar com a ambiciosa Melissa (Paolla Oliveira); ela jovem humilde mantida no convento por imposição da mãe amarga, Emília (Ana Beatriz Nogueira), marcada pelo trauma do desaparecimento do marido Bernardo (Felipe Camargo), vítima de uma cruel armação da poderosa Condessa Vitória Castellini (Irene Ravache), matriarca autoritária que jamais aceitou a nora e forjou a morte do próprio filho ao interná-lo em um manicômio. Esse passado de intolerância, manipulação e hierarquia social conduz Lívia e Felipe a um desfecho trágico, interrompendo um amor que não pôde se concretizar. Já nos dias atuais, os mesmos personagens retornam em novas posições sociais e familiares, sem se reconhecerem de imediato, mas ainda presos a padrões emocionais não resolvidos, com Lívia agora como empresária e enóloga e Felipe como produtor de vinhos artesanais que luta para salvar uma vinícola falida pertencente à Vitória, enquanto o triângulo amoroso com Melissa se repete sob novas máscaras. Ao colocar seus personagens diante da possibilidade de corrigir erros cometidos em outra vida, a novela transforma o reencontro amoroso em um exercício de amadurecimento espiritual, sugerindo que o verdadeiro aprendizado não está apenas em amar novamente, mas em romper ciclos de orgulho, ressentimento e abuso de poder que atravessam gerações.
 
Espelho da Vida” (2022), exibida na faixa das 18h, marcou mais um mergulho de Elizabeth Jhin no romance espiritualista ao unir amor, mistério e reencarnação em uma narrativa que transita simultaneamente entre o presente e a década de 1930, iniciando-se quando o diretor Alain Dutra (João Vicente de Castro) retorna à cidade mineira de Rosa Branca para filmar a história de Júlia Castelo, jovem assassinada há mais de 80 anos, atendendo ao último desejo do avô Vicente Dutra (Reginaldo Faria), que condiciona o financiamento do projeto à realização do filme. A protagonista da obra é Cris Valência (Vitória Strada), atriz e namorada de Alain, que ao pesquisar a personagem, descobre ser a própria Júlia em uma vida passada e passa a se transportar misteriosamente para o passado, vivendo os acontecimentos que antecederam o crime e tentando reescrever o desfecho trágico da jovem, envolvida em um amor intenso e controverso com Danilo Breton (Rafael Cardoso). No presente, Cris é guiada por sinais como a joia e o diário de Júlia, apresentados por Margot (Irene Ravache), viúva de Vicente, enquanto se vê cercada por tensões emocionais provocadas por Isabel (Alinne Moraes), ex-namorada de Alain que retorna disposta a reconquistá-lo ao revelar que a filha Priscila (Clara Galinari) é fruto de seu antigo relacionamento. À medida que passado e presente se espelham, personagens reaparecem em diferentes papéis e padrões de comportamento se repetem, expondo paixões, traições e crimes encobertos, ao mesmo tempo em que o cotidiano de Rosa Branca é transformado pela chegada da equipe de filmagem. A combinação de viagem no tempo, investigação de um assassinato passional e a possibilidade de redenção espiritual promove reflexões sobre memória, destino e a chance de corrigir erros cometidos em outras vidas, sugerindo que o amor, quando não resolvido, insiste em atravessar o tempo em busca de verdade e reparação.
 
 
TRABALHOS DE ELIZABETH JHIN NO SBT
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
Começar de Novo
23/02/2009
09/10/2009
197
19h30
Autora principal
09/08/2010
28/01/2011
149
18h15
Autora principal
08/07/2013
20/12/2013
143
18h15
Autora principal
01/06/2015
04/12/2015
161
18h15
Autora principal
01/10/2018
05/04/2019
161
18h15
Autora principal
17/01/2022
22/07/2022
161
18h15
Autora principal
 
 
OUTRAS FUNÇÕES
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
Salomé
29/08/1994
30/12/1994
107
18h15
Colaboradora
Felicidade
02/01/1995
25/08/1995
203
18h15
Colaboradora
Tropicaliente
11/08/1997
27/03/1998
197
18h15
Colaboradora
28/09/1998
28/05/1999
209
18h15
Colaboradora
Anjo de Mim
06/12/1999
23/06/2000
173
18h15
Colaboradora
Era Uma Vez...
25/06/2001
28/12/2001
161
18h15
Colaboradora
Andando nas Nuvens
15/09/2003
30/04/2004
197
19h30
Colaboradora
Vila Madalena
03/05/2004
29/10/2004
155
19h30
Colaboradora
O Beijo do Vampiro
19/02/2007
26/11/2007
215
19h30
Colaboradora
 
 
REPRISES
 
Novela
Estreia
Término
Cap.
Horário
Função
01/07/2019
18/10/2019
95
16h45
Autora principal
07/09/2020
08/01/2021
107
16h45
Autora principal

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